{"id":7086,"date":"2023-05-12T12:21:50","date_gmt":"2023-05-12T15:21:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/?p=7086"},"modified":"2023-10-02T15:56:30","modified_gmt":"2023-10-02T18:56:30","slug":"meubles-doutre-tombe-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/mobiliario-de-alem-tumulo\/","title":{"rendered":"Explorer la th\u00e9orie du double mat\u00e9riau dans le monde des esprits avec Allan Kardec"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7086?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/pdf.png\" alt=\"image_pdf\" title=\"Afficher le PDF\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 32px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 32\/32;\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7086?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Contenu imprim\u00e9\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 32px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 32\/32;\" \/><\/a><\/div>\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es espiritas sempre foram um ponto nevr\u00e1lgico na Doutrina Espirita. Foi atrav\u00e9s dessas manifesta\u00e7\u00f5es e sua melhor compreens\u00e3o que Kardec conseguiu estabelecer a sua filosofia moral. Assim, destacamos esse estudo de 1859 exposto  na Revista Espirita de agosto de 1859.<\/p>\n\n\n\n<p>Segue.<\/p>\n\n\n\n<p>Extra\u00edmos a passagem seguinte de uma carta que uma correspondente da Sociedade Parisiense de Estudos Esp\u00edritas nos enviou do departamento do Jura:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p><em>\u201c&#8230;Como vos disse, senhor, os Esp\u00edritos gostavam da nossa velha habita\u00e7\u00e3o. Em outubro \u00faltimo (1858), a senhora Condessa de C&#8230;, amiga \u00edntima de minha filha, veio com seu filhinho de 8 anos passar uns dias em nossa mans\u00e3o. A crian\u00e7a dormia no mesmo quarto que sua m\u00e3e, e a porta de comunica\u00e7\u00e3o para o quarto de minha filha ficava aberta, a fim de prolongar as horas do dia e da conversa. O menino n\u00e3o dormia e dizia \u00e0 m\u00e3e: \u2018Que \u00e9 que a senhora vai fazer com esse homem que est\u00e1 sentado junto \u00e0 sua cama? Ele est\u00e1 fumando um grande cachimbo. Veja como enche o quarto de fuma\u00e7a! Mande-o embora, pois est\u00e1 sacudindo as cortinas.\u2019<br>\u201cEssa vis\u00e3o durou a noite toda. A m\u00e3e n\u00e3o conseguiu que a crian\u00e7a se calasse, e ningu\u00e9m conseguiu fechar os olhos. Esta circunst\u00e2ncia n\u00e3o espantou nem a mim, nem \u00e0 minha filha, pois sabemos que h\u00e1 manifesta\u00e7\u00f5es esp\u00edritas. A m\u00e3e, entretanto, acreditava que a crian\u00e7a estivesse sonhando acordada ou se divertindo.<\/em><\/p>\n<cite>RE 1859<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"comentario\"><strong>Observa\u00e7\u00e3o:<\/strong> A vis\u00e3o era medi\u00fanica por isso s\u00f3 a crian\u00e7a via. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cEis outro fato que testemunhei pessoalmente e que me aconteceu no mesmo aposento, em maio de 1858. \u00c9 o caso da apari\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito de uma pessoa viva, que ficou muito admirado por ter vindo visitar-me. Eis as circunst\u00e2ncias: Eu estava muito doente e h\u00e1 tempos n\u00e3o dormia, quando vi, \u00e0s dez horas da noite, um amigo de minha fam\u00edlia sentado junto \u00e0 minha cama. Manifestei-lhe minha surpresa por sua visita \u00e0quela hora. Ele me disse: \u201cN\u00e3o faleis, pois venho velar-vos; n\u00e3o faleis, pois \u00e9 preciso que durmais\u201d, e estendeu a m\u00e3o sobre minha cabe\u00e7a. V\u00e1rias vezes abri os olhos para ver se ainda l\u00e1 estava, e a cada vez ele me fazia sinal para fech\u00e1-los e calar-me. Rodava a tabaqueira entre os dedos, e de vez em quando tomava uma pitada, como era seu costume. Por fim adormeci, e quando despertei a vis\u00e3o tinha desaparecido.<\/p>\n<cite>Idem<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"comentario\">OBSERVA\u00c7\u00c3O: <em>Kardec faz uma breve cita\u00e7\u00e3o das explica\u00e7\u00f5es sobre os fatos de apari\u00e7\u00f5es de encarnados e de Esp\u00edritos (condensa\u00e7\u00e3o do perisp\u00edrito ou modifica\u00e7\u00e3o molecular). <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ele segue:<\/em><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"has-white-background-color has-background\">Opera-se na sua contextura uma modifica\u00e7\u00e3o molecular, que o torna vis\u00edvel e mesmo tang\u00edvel, e que lhe pode dar, at\u00e9 certo ponto, as propriedades dos corpos s\u00f3lidos. Sabemos que corpos perfeitamente transparentes se tornam opacos pela simples mudan\u00e7a na posi\u00e7\u00e3o das mol\u00e9culas ou pela adi\u00e7\u00e3o de outro corpo, igualmente transparente. N\u00e3o sabemos bem como fazem os Esp\u00edritos para tornar vis\u00edvel o seu corpo et\u00e9reo. A maior parte deles n\u00e3o chega mesmo a se dar conta disso, mas, pelos exemplos que temos citado, compreendemos a sua possibilidade f\u00edsica, o que \u00e9 bastante para tirar do fen\u00f4meno aquilo que, \u00e0 primeira vista, poderia parecer sobrenatural. Pode, pois, o Esp\u00edrito faz\u00ea-lo, quer por simples modifica\u00e7\u00e3o \u00edntima, quer assimilando uma por\u00e7\u00e3o de fluido estranho que altera momentaneamente o aspecto de seu perisp\u00edrito. \u00c9, na verdade, esta \u00faltima hip\u00f3tese que ressalta das explica\u00e7\u00f5es que nos t\u00eam sido dadas, e que relatamos ao tratar do assunto (maio, junho e dezembro).<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>At\u00e9 aqui nenhuma dificuldade no que concerne \u00e0 personalidade do Esp\u00edrito. Sabemos, por\u00e9m, que se apresentam com roupagens cujo aspecto mudam \u00e0 vontade; por vezes mesmo t\u00eam certos acess\u00f3rios de toalete, joias, etc. Nas duas apari\u00e7\u00f5es citadas no come\u00e7o, uma tinha um cachimbo e produzia fuma\u00e7a; a outra, uma tabaqueira e tomava pitadas. Note-se, entretanto, o fato de que este Esp\u00edrito era de uma pessoa viva e que sua tabaqueira era em tudo semelhante \u00e0 de que se servia habitualmente, e que tinha ficado em casa. Que significam, ent\u00e3o, essa tabaqueira, esse cachimbo, essas roupas e essas joias? Os objetos materiais que existem na Terra teriam uma representa\u00e7\u00e3o et\u00e9rea no mundo invis\u00edvel? A mat\u00e9ria condensada que forma tais objetos teria uma parte quintessenciada, que escapa aos nossos sentidos?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"comentario\">OBSERVA\u00c7\u00c3O: Posi\u00e7\u00e3o do verdadeiro cientista, em busca da verdade, sem nada descartar.<\/p>\n\n\n\n<p>Eis um imenso problema, cuja solu\u00e7\u00e3o pode dar a chave de uma por\u00e7\u00e3o de coisas at\u00e9 aqui n\u00e3o explicadas. Foi essa tabaqueira que nos p\u00f4s no caminho, n\u00e3o apenas do fato, mas do fen\u00f4meno mais extraordin\u00e1rio do Espiritismo: o fen\u00f4meno da pneumatografia ou escrita direta, de que falaremos a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p>Todas as teorias que apresentamos, relativas ao Espiritismo, nos foram fornecidas pelos Esp\u00edritos, que muitas vezes contraditaram as nossas pr\u00f3prias ideias, como aconteceu no caso presente, provando que as respostas n\u00e3o eram reflexo do nosso pensamento. Mas a maneira de se obter uma solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 coisa sem import\u00e2ncia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos por experi\u00eancia pr\u00f3pria que n\u00e3o basta pedir bruscamente uma coisa para a obtermos. Nem sempre as respostas s\u00e3o bastante expl\u00edcitas; \u00e9 necess\u00e1rio desenvolver o assunto com certas precau\u00e7\u00f5es; chegar ao objetivo progressivamente e por um encadeamento de dedu\u00e7\u00f5es que requerem um trabalho pr\u00e9vio. Em princ\u00edpio, a maneira de formular as quest\u00f5es, a ordem, o m\u00e9todo e a clareza s\u00e3o coisas que n\u00e3o podem ser negligenciadas e que agradam aos Esp\u00edritos s\u00e9rios, porque veem nisso um objetivo s\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"comentario\">OBSERVA\u00c7\u00c3O: Isto significa que, \u00e9 claro, o pesquisador pode ter uma ideia pr\u00e9via, mas que, agindo de boa-f\u00e9, n\u00e3o pode se apegar a ela. E tamb\u00e9m, claro, que a inten\u00e7\u00e3o da pergunta \u00e9 t\u00e3o importante quanto.<\/p>\n\n\n\n<p>Eis a conversa que tivemos com o Esp\u00edrito de S\u00e3o Lu\u00eds, a prop\u00f3sito da tabaqueira, visando a solu\u00e7\u00e3o do problema da produ\u00e7\u00e3o de certos objetos no mundo invis\u00edvel. (Sociedade, 24 de junho de 1859).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"442\" src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4887704_2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7087\" srcset=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4887704_2.jpg 600w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4887704_2-300x221.jpg 300w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4887704_2-16x12.jpg 16w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4887704_2-150x111.jpg 150w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/4887704_2-80x60.jpg 80w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>1. \u2500 No relato da senhora R&#8230;, trata-se de uma crian\u00e7a que viu perto do leito da m\u00e3e um homem fumando um grande cachimbo. Compreende-se que esse Esp\u00edrito tenha podido tomar a apar\u00eancia de um fumante; parece, entretanto, que fumava realmente, pois o menino via o quarto cheio de fuma\u00e7a. O que era essa fuma\u00e7a?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Uma apar\u00eancia produzida para o menino.<\/p>\n\n\n\n<p>2. \u2500 A senhora R&#8230; tamb\u00e9m cita o caso de uma apari\u00e7\u00e3o, vista por ela, do Esp\u00edrito de uma pessoa viva. Esse Esp\u00edrito tinha uma tabaqueira e tomava rap\u00e9. Poderia ele experimentar a sensa\u00e7\u00e3o que a gente tem ao tomar uma pitada?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>3. \u2500 Essa tabaqueira tinha a forma daquela que ele usa habitualmente, e que estava em sua casa. O que era essa tabaqueira entre as m\u00e3os do Esp\u00edrito?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sempre apar\u00eancia. Era para que as circunst\u00e2ncias fossem notadas, como o foram, e para que a apari\u00e7\u00e3o n\u00e3o fosse tomada por uma alucina\u00e7\u00e3o produzida pelo estado de sa\u00fade da vidente. O Esp\u00edrito queria que essa senhora acreditasse na realidade de sua presen\u00e7a e tomou todas as apar\u00eancias da realidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-background-color has-background\">4.1 \u2500 Dizeis que \u00e9 uma apar\u00eancia, mas uma apar\u00eancia nada tem de real; \u00e9 como uma ilus\u00e3o de \u00f3ptica. Eu gostaria de saber se essa tabaqueira n\u00e3o era sen\u00e3o uma imagem irreal, como, por exemplo, a de um objeto que se reflete num espelho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\">NOTA de A.K.:Um dos membros da Sociedade, o Sr. Sanson, faz observar que na imagem reproduzida pelo espelho h\u00e1 qualquer coisa de real. Se a imagem n\u00e3o fica no espelho, \u00e9 que nada a fixa, mas se for projetada sobre uma chapa do daguerre\u00f3tipo, deixa uma impress\u00e3o, prova evidente de que \u00e9 produzida por uma subst\u00e2ncia qualquer e que n\u00e3o \u00e9 apenas uma ilus\u00e3o de \u00f3ptica.<\/p>\n\n\n\n<p>4.2  &#8211; A observa\u00e7\u00e3o do Sr. Sanson \u00e9 perfeitamente justa. Ter\u00edeis a bondade de nos dizer se existe alguma analogia com a tabaqueira, isto \u00e9, se existe algo de material nessa tabaqueira?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Certamente. \u00c9 com o aux\u00edlio desse princ\u00edpio material que o perisp\u00edrito toma a apar\u00eancia de vestimenta semelhante \u00e0s que o Esp\u00edrito usava quando vivo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\"><strong>NOTA de A.K.:<\/strong> Evidentemente o voc\u00e1bulo <em>apar\u00eancia <\/em>deve aqui ser tomado no sentido de imagem, de imita\u00e7\u00e3o. A tabaqueira real l\u00e1 n\u00e3o estava. A que o Esp\u00edrito tinha era apenas uma reprodu\u00e7\u00e3o. Comparada \u00e0 original, era apenas uma apar\u00eancia, conquanto formada por um princ\u00edpio material.<br>A experi\u00eancia nos ensina que n\u00e3o devemos tomar ao p\u00e9 da letra certas express\u00f5es usadas pelos Esp\u00edritos. Interpretando-as segundo as nossas ideias, expomo-nos a grandes equ\u00edvocos, por isso devemos aprofundar o sentido de suas palavras, sempre que existe uma ambiguidade m\u00ednima. Eis uma recomenda\u00e7\u00e3o feita constantemente pelos Esp\u00edritos. Sem a explica\u00e7\u00e3o que provocamos, o voc\u00e1bulo <em>apar\u00eancia<\/em>, repetido continuamente em casos an\u00e1logos, poderia dar lugar a uma falsa interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"comentario has-pale-cyan-blue-background-color has-background\">OBSERVA\u00c7\u00c3O: Sabemos, hoje, o princ\u00edpio da imagem refletida em um espelho e sua fixa\u00e7\u00e3o em uma fotografia: o comportamento de ondas. A luz, como energia eletromagn\u00e9tica, reflete no espelho e impressiona o dispositivo de fotografia, seja ele qual for. Parece que \u00e9 a esse mesmo princ\u00edpio (de onda) que o Esp\u00edrito se refere.<\/p>\n\n\n\n<p>5. \u2500 Haveria um desdobramento da mat\u00e9ria inerte? Haveria, no mundo invis\u00edvel, uma mat\u00e9ria essencial, revestindo a forma dos objetos que vemos? Numa palavra, esses objetos teriam o seu duplo et\u00e9reo no mundo invis\u00edvel, como os homens a\u00ed s\u00e3o representados em Esp\u00edrito?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\">NOTA  de A.K.: Eis uma teoria como qualquer outra, e que era pensamento nosso. O Esp\u00edrito, no entanto, n\u00e3o a levou em considera\u00e7\u00e3o, o que absolutamente n\u00e3o nos humilhou, porque sua explica\u00e7\u00e3o nos pareceu muito l\u00f3gica e porque ela repousa sobre um princ\u00edpio mais geral, do qual encontramos muitas explica\u00e7\u00f5es.<br>\u2500 Isto n\u00e3o se passa dessa maneira. O Esp\u00edrito tem sobre os elementos materiais disseminados em todo o espa\u00e7o, na nossa atmosfera, um poder que estais longe de suspeitar. Ele pode, \u00e0 vontade, concentrar esses elementos e lhes dar uma forma aparente, adequada a seus projetos.<\/p>\n\n\n\n<p>6. \u2500 Fa\u00e7o novamente a pergunta de maneira categ\u00f3rica, a fim de evitar qualquer equ\u00edvoco. As roupas com que se cobrem os Esp\u00edritos s\u00e3o alguma coisa?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Parece que a minha resposta anterior resolve a quest\u00e3o. N\u00e3o sabeis que o pr\u00f3prio perisp\u00edrito \u00e9 alguma coisa?<\/p>\n\n\n\n<p>7. \u2500 Resulta desta explica\u00e7\u00e3o que os Esp\u00edritos fazem a mat\u00e9ria eterizada sofrer transforma\u00e7\u00f5es \u00e0 sua vontade e que, assim, no caso da tabaqueira, o Esp\u00edrito n\u00e3o a encontrou perfeitamente acabada; ele mesmo a fez no momento em que dela necessitava, e depois a desfez. O mesmo deve acontecer com todos os outros objetos, tais como vestimentas, joias, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Mas \u00e9 evidente.<\/p>\n\n\n\n<p>8. \u2500 Essa tabaqueira foi t\u00e3o perfeitamente vis\u00edvel para a senhora R&#8230; a ponto de iludi-la. Poderia o Esp\u00edrito t\u00ea-la tornado tang\u00edvel?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Poderia.<\/p>\n\n\n\n<p>9. \u2500 Nesse caso, a senhora R&#8230; poderia t\u00ea-la tomado nas m\u00e3os, julgando pegar uma aut\u00eantica tabaqueira?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim.<\/p>\n\n\n\n<p>10. \u2500 Se a tivesse aberto teria provavelmente encontrado rap\u00e9. Se o tivesse tomado, ele a teria feito espirrar?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim.<\/p>\n\n\n\n<p>11. \u2500 Pode ent\u00e3o o Esp\u00edrito dar n\u00e3o somente a forma, mas at\u00e9 propriedades especiais?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Se o quiser; \u00e9 em virtude deste princ\u00edpio que respondi afirmativamente \u00e0s quest\u00f5es precedentes. Tereis provas da poderosa a\u00e7\u00e3o que o Esp\u00edrito exerce sobre a mat\u00e9ria e que, como j\u00e1 vos disse, estais longe de suspeitar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"comentario has-pale-cyan-blue-background-color has-background\"><strong>OBSERVA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Kardec nunca foi t\u00e3o claro em suas indaga\u00e7\u00f5es no transcorrer desse 1 ano e meio de Revista Espirita. Evidentemente ele est\u00e1 elaborando tanto a nova edi\u00e7\u00e3o aumentada de O livro dos Espiritos e depois  o que seria O Livro dos Mediuns, publicado alguns anos depois. <\/p>\n\n\n\n<p>12. \u2500 Suponhamos ent\u00e3o que ele tivesse querido fazer uma subst\u00e2ncia venenosa e que uma pessoa a tivesse tomado. Esta teria sido envenenada?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Poderia, mas n\u00e3o teria feito, porque n\u00e3o teria tido permiss\u00e3o para faz\u00ea-lo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"comentario has-pale-cyan-blue-background-color has-background\">OBSERVA\u00c7\u00c3O: Sabemos, hoje, que a Cria\u00e7\u00e3o est\u00e1 longe de ser um &#8220;cada um por si&#8221;, e que, na verdade, \u00e9 um &#8220;um por todos e todos por um&#8221;, sendo que aqueles mais inferiores s\u00e3o sempre &#8220;conduzidos&#8221; pelos mais elevados. Os pensamentos do esp\u00edritos mais elevados serem irresist\u00edveis aos menos elevados.  Tendemos a nos julgar abandonados \u00e0 pr\u00f3pria sorte, mas, cada vez mais, entendo que isso n\u00e3o \u00e9 verdade. Os Esp\u00edritos superiores nos &#8220;conduzem&#8221; para o bem, isto \u00e9, oferecem uma atra\u00e7\u00e3o irresist\u00edvel, atrav\u00e9s do pensamento. \u00c9 poss\u00edvel compreender o motivo de os Esp\u00edritos imperfeitos, inclinados ao mal, n\u00e3o conseguirem romperem essa Lei para fazer o mal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-text-align-center\" id=\"h-tudo-se-encadeia-no-universo\"><strong>&#8220;Tudo se encadeia no Universo&#8221;<\/strong><\/h2>\n\n\n<p>13. \u2500 Teria podido fazer uma subst\u00e2ncia salutar e pr\u00f3pria para curar, em caso de mol\u00e9stias? J\u00e1 houve esse caso?<\/p>\n<p>\u2500 Sim; muitas vezes.<\/p>\n\n\n<p>14. \u2500 Assim tamb\u00e9m poderia ele fazer uma subst\u00e2ncia alimentar; suponhamos que tivesse feito um fruto ou um petisco qualquer. Poderia algu\u00e9m com\u00ea-lo e sentir-se alimentado?<br>\u2500 Sim, sim. Mas n\u00e3o procureis tanto para encontrar aquilo que \u00e9 f\u00e1cil de compreender. Basta um raio de sol para tornar percept\u00edveis aos vossos \u00f3rg\u00e3os grosseiros essas part\u00edculas materiais que enchem o espa\u00e7o em cujo meio viveis. N\u00e3o sabeis que o ar cont\u00e9m vapor d\u2019\u00e1gua? Condensai-o e o levareis ao estado normal. Privai-o do calor e eis que suas mol\u00e9culas impalp\u00e1veis e invis\u00edveis se tornar\u00e3o corpo s\u00f3lido e muito s\u00f3lido. Outras mat\u00e9rias existem que levar\u00e3o os qu\u00edmicos a vos apresentar maravilhas ainda mais assombrosas. S\u00f3 o Esp\u00edrito possui instrumentos mais perfeitos que os vossos: a sua pr\u00f3pria vontade e a permiss\u00e3o de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\"><strong>OBSERVA\u00c7\u00c3O de A.K.: <\/strong>A quest\u00e3o da saciedade \u00e9 aqui muito importante. Como uma subst\u00e2ncia que tem apenas exist\u00eancia e propriedades tempor\u00e1rias e, de certo modo, convencionais, pode produzir a saciedade? Por seu contato com o est\u00f4mago, essa subst\u00e2ncia produz a sensa\u00e7\u00e3o de saciedade, mas n\u00e3o a saciedade resultante da plenitude. Se tal subst\u00e2ncia pode agir sobre a economia org\u00e2nica e modificar um estado m\u00f3rbido, tamb\u00e9m pode agir sobre o est\u00f4mago e produzir a sensa\u00e7\u00e3o da saciedade. Contudo, pedimos aos senhores farmac\u00eauticos e donos de restaurantes que n\u00e3o tenham ci\u00fames, nem pensem que os Esp\u00edritos lhes venham fazer concorr\u00eancia. Esses casos s\u00e3o raros e excepcionais e jamais dependem da vontade. Do contr\u00e1rio, a alimenta\u00e7\u00e3o e a cura seriam muito baratas.<\/p>\n\n\n\n<p>15. \u2500 Do mesmo modo poderia o Esp\u00edrito fabricar moedas?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Pela mesma raz\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>16. \u2500 Desde que tornados tang\u00edveis pela vontade do Esp\u00edrito, poderiam esses objetos ter um car\u00e1ter de perman\u00eancia e de estabilidade?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Poderiam, mas isto n\u00e3o se faz. Est\u00e1 fora das leis.<\/p>\n\n\n\n<p>17. \u2500 Todos os Esp\u00edritos t\u00eam esse mesmo grau de poder?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o, n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>18. \u2500 Quais os que t\u00eam mais particularmente esse poder?\u2500 Aqueles a quem Deus o concede, quando isto \u00e9 \u00fatil.<\/p>\n\n\n\n<p>19. \u2500 A eleva\u00e7\u00e3o de um Esp\u00edrito influi nesse caso?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 \u00c9 certo que quanto mais elevado o Esp\u00edrito, mais facilmente obt\u00e9m esse poder. Isto, por\u00e9m, depende das circunst\u00e2ncias. Esp\u00edritos inferiores tamb\u00e9m podem obt\u00ea-lo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"comentario has-pale-cyan-blue-background-color has-background\"><strong>OBSERVA\u00c7\u00c3O: E, nesse caso, s\u00e3o supridos pela assist\u00eancia de Esp\u00edritos superiores, muitas vezes sem nem saberem disso. Ver&nbsp;<a href=\"https:\/\/kardecpedia.com\/pt\/roteiro-de-estudos\/884\/o-livro-dos-mediuns-ou-guia-dos-mediuns-e-dos-evocadores\/7160\/segunda-parte-das-manifestacoes-espiritas\/capitulo-v-das-manifestacoes-fisicas-espontaneas\/arremesso-de-objetos\">O Livro dos M\u00e9diuns ou guia dos m\u00e9diuns e dos evocadores &gt; Segunda parte \u2014 Das manifesta\u00e7\u00f5es esp\u00edritas &gt; Cap\u00edtulo V \u2014 Das manifesta\u00e7\u00f5es f\u00edsicas espont\u00e2neas &gt; Arremesso de objetos.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>20. \u2500 A produ\u00e7\u00e3o dos objetos semimateriais resulta sempre de um ato da vontade do Esp\u00edrito, ou por vezes ele exerce esse poder malgrado seu?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Isso frequentemente acontece malgrado seu.<\/p>\n\n\n\n<p>21. \u2500 Seria ent\u00e3o esse poder um dos atributos, uma das faculdades inerentes \u00e0 pr\u00f3pria natureza do Esp\u00edrito? Seria, de algum modo, uma das propriedades, como a de ver e ouvir?\u2500 Certamente. Mas por vezes ele mesmo o ignora. Ent\u00e3o outro o exerce por ele, malgrado seu, quando as circunst\u00e2ncias o exigem. O alfaiate do zuavo era justamente o Esp\u00edrito de que acabo de falar e ao qual ele fazia alus\u00e3o na sua linguagem chistosa<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\">OBSERVA\u00c7\u00c3O: Encontramos um exemplo dessa faculdade em certos animais, como, por exemplo, no peixe-el\u00e9trico, que irradia eletricidade sem saber o que faz, nem como, e que nem ao menos conhece o mecanismo que a produz. N\u00f3s mesmos por vezes n\u00e3o produzimos certos efeitos por atos espont\u00e2neos dos quais n\u00e3o nos damos conta? Assim, pois, parece-nos muito natural que o Esp\u00edrito opere nessa circunst\u00e2ncia por uma esp\u00e9cie de instinto. Ele opera por sua vontade, sem saber como, assim como n\u00f3s andamos sem calcular as for\u00e7as que colocamos em jogo.<\/p>\n\n\n\n<p>22. \u2500 Compreendemos que nos dois casos citados pela Senhora R.., um dos Esp\u00edritos quisesse ter um cachimbo e o outro uma tabaqueira para impressionar a vis\u00e3o de uma pessoa viva. Pergunto, por\u00e9m, se caso n\u00e3o tivesse chegado a faz\u00ea-la ver, poderia o Esp\u00edrito pensar que tinha esses objetos, criando para si mesmo uma ilus\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o, se ele tiver uma certa superioridade, porque ter\u00e1 perfeita consci\u00eancia de sua condi\u00e7\u00e3o. J\u00e1 o mesmo n\u00e3o se d\u00e1 com os Esp\u00edritos inferiores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque has-luminous-vivid-orange-background-color has-background\">OBSERVA\u00c7\u00c3O de A. K. : Esse era, por exemplo, o caso da rainha de Oude, cuja evoca\u00e7\u00e3o consta do nosso n\u00famero de mar\u00e7o de 1858, que ainda se julgava coberta de diamantes. (<a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/revista-espirita-1858-marco-cont-a-rainha-de-oude\/\">Clique aqui<\/a> para o artigo sobre Rainha de Oude) <\/p>\n\n\n\n<p>23. \u2500 Dois Esp\u00edritos podem reconhecer-se mutuamente pela apar\u00eancia material que tinham em vida?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o \u00e9 por esse meio que eles se reconhecem, pois n\u00e3o tomar\u00e3o essa apar\u00eancia um para o outro. Se, por\u00e9m, em certas circunst\u00e2ncias, se acham em presen\u00e7a um do outro, revestidos dessa apar\u00eancia, por que n\u00e3o se haveriam de reconhecer?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"comentario has-pale-cyan-blue-background-color has-background\">OBSERVA\u00c7\u00c3O: sto aqui \u00e9 importante! Nos romances medi\u00fanicos, o mundo fant\u00e1stico criado \u00e9 todo material ou materialista, e a forma, nesses contos, \u00e9 fundamental. Aqui, temos novamente a confirma\u00e7\u00e3o j\u00e1 feita antes que a forma n\u00e3o \u00e9 importante para os Esp\u00edritos em geral, embora seja predominante para os Esp\u00edritos ainda muito presos \u00e0 mat\u00e9ria (ou seja, de pensamento muito apegado). Decorre da\u00ed que faria sentido um Esp\u00edrito em perturba\u00e7\u00e3o &#8220;se ver&#8221; numa condi\u00e7\u00e3o como aquela do umbral de Andr\u00e9 Luiz, mas o mesmo n\u00e3o poderia se dar quando j\u00e1 desapegado dessas ideias, o que n\u00e3o parece ser algo t\u00e3o distante, conforme o relato de v\u00e1rios Esp\u00edritos, dados a Kardec.<\/p>\n\n\n\n<p>24. \u2500 Como podem os Esp\u00edritos reconhecer-se no meio da multid\u00e3o de outros Esp\u00edritos, e sobretudo como podem faz\u00ea-lo quando um deles vai procurar em lugar distante e muitas vezes em outros mundos, aqueles que chamamos?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Isto \u00e9 uma pergunta cuja resposta levaria muito longe. \u00c9 necess\u00e1rio esperar.N\u00e3o estais suficientemente adiantados. No momento contentai-vos com a certeza de que assim \u00e9, pois disso tendes provas suficientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"para-pensar has-white-color has-black-background-color has-text-color has-background\"><strong>PARA PENSAR: Entendo que ele quis dizer, ao final: &#8220;como um Esp\u00edrito pode reconhecer o outro que assume outra apar\u00eancia, ao visitar outros mundos?&#8221;. SE bem que n\u00f3s sempre esquecemos que nosso mundo, onde vivemos agora, \u00e9 material e precisa de olhos e luz para ver. na espiritualidade n\u00e3o tem necessidade de aparencia muito menos os esp\u00edritos tem olhos para ver. Ser\u00e1 que \u00e9 isso?<\/strong>  <\/p>\n\n\n\n<p>25. \u2500 Se o Esp\u00edrito pode tirar do elemento universal os materiais para fazer todas essas coisas e dar a elas uma realidade tempor\u00e1ria, com suas propriedades, tamb\u00e9m pode tirar dali o necess\u00e1rio para escrever. Consequentemente, isto nos d\u00e1 a chave do fen\u00f4meno da<sup><a href=\"#footnote_1_7086\" id=\"identifier_1_7086\" class=\"footnote-link footnote-identifier-link\" title=\"escrita direta *Esclarecimento: A escrita direta acontece quando um Esp&iacute;rito, pela vontade e com a utilidade em faz&ecirc;-lo, faz aparecer, sobre um papel, uma escrita real, ora em grafite, ora em tinta, ora em formato de impress&atilde;o. Recomendamos a leitura do artigo seguinte, &ldquo;Pneumatografia ou escrita direta&rdquo;, assim como do artigo de mesmo t&iacute;tulo, em maio de 1860, e tamb&eacute;m do Cap&iacute;tulo XII de O Livro dos M&eacute;diuns&nbsp; &mdash; &ldquo;Da pneumatografia ou escrita direta&rdquo;.&nbsp; Pneuma: entre os antigos pensadores gregos, sobretudo os estoicos, designativo do esp&iacute;rito, sopro animador ou for&ccedil;a criadora, usada pela raz&atilde;o divina para vivificar e dirigir todas as coisas.\">1<\/a><\/sup> .<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Finalmente o compreendeis.<\/p>\n\n\n\n<p>26. \u2500 Se a mat\u00e9ria de que se serve o Esp\u00edrito n\u00e3o \u00e9 permanente, como n\u00e3o desaparecem os tra\u00e7os da escrita direta?<\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o julgueis pelas palavras. Desde o in\u00edcio eu nunca disse <em>jamais<\/em>. Nos casos estudados, tratava-se de objetos materiais volumosos; aqui se trata de sinais que conv\u00e9m conservar e s\u00e3o conservados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"para-pensar has-white-color has-black-background-color has-text-color has-background\">PARA PENSAR: Isto aqui envolve uma quest\u00e3o profunda. Kardec havia entendido que a mat\u00e9ria flu\u00eddica de que servem os Esp\u00edritos \u00e9 sempre impermanente, posto que, nos casos citados, ela sempre se desfaz. Contudo, os casos de escrita direta n\u00e3o se desfazem. Como poderia ser isso?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"comentario has-white-color has-vivid-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\"><strong>*Esclarecimento: <em>A escrita direta acontece quando um Esp\u00edrito, pela vontade e com a utilidade em faz\u00ea-lo, faz aparecer, sobre um papel, uma escrita real, ora em grafite, ora em tinta, ora em formato de impress\u00e3o. Recomendamos a leitura do artigo seguinte, \u201cPneumatografia ou escrita direta\u201d, assim como do artigo de mesmo t\u00edtulo, em maio de 1860, e tamb\u00e9m do Cap\u00edtulo XII de O Livro dos M\u00e9diuns&nbsp; \u2014 \u201cDa pneumatografia ou escrita direta\u201d.&nbsp;<\/em> <em>Pneuma: entre os antigos pensadores gregos, sobretudo os estoicos, designativo do esp\u00edrito, sopro animador ou for\u00e7a criadora, usada pela raz\u00e3o divina para vivificar e dirigir todas as coisas.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A teoria acima pode resumir-se assim: O Esp\u00edrito age sobre a mat\u00e9ria; tira da mat\u00e9ria primitiva universal os elementos necess\u00e1rios para, \u00e0 vontade, formar objetos com a apar\u00eancia dos diversos corpos existentes na Terra. Tamb\u00e9m pode operar sobre a mat\u00e9ria elementar, por sua vontade, uma transforma\u00e7\u00e3o \u00edntima que lhe d\u00e1 determinadas propriedades. Essa faculdade \u00e9 inerente \u00e0 natureza do Esp\u00edrito, que muitas vezes a exerce, quando necess\u00e1rio, como um ato instintivo, que n\u00e3o chega a perceber.<\/p>\n\n\n\n<p>Os objetos formados pelos Esp\u00edritos t\u00eam uma exist\u00eancia tempor\u00e1ria, subordinada \u00e0 sua vontade ou \u00e0 necessidade. Ele pode faz\u00ea-los e desfaz\u00ea-los \u00e0 vontade. Em certos casos, aos olhos das pessoas vivas, esses objetos podem ter todas as apar\u00eancias da realidade, isto \u00e9, tornar-se momentaneamente vis\u00edveis e at\u00e9 tang\u00edveis. H\u00e1 forma\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o cria\u00e7\u00e3o, visto que o Esp\u00edrito nada pode tirar do nada. <a href=\"https:\/\/kardecpedia.com\/pt\/roteiro-de-estudos\/884\/o-livro-dos-mediuns-ou-guia-dos-mediuns-e-dos-evocadores\/7207\/segunda-parte-das-manifestacoes-espiritas\/capitulo-viii-do-laboratorio-do-mundo-invisivel\/vestuario-dos-espiritos-formacao-espontanea-de-objetos-tangiveis-modificacao-das-propriedades-da-materia-acao-magnetica-curadora\">( LM 130 e 131<\/a>)<\/p>\n<div class=\"fb-background-color\">\n\t\t\t  <div \n\t\t\t  \tclass = \"fb-comments\" \n\t\t\t  \tdata-href = \"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/mobiliario-de-alem-tumulo\/\"\n\t\t\t  \tdata-numposts = \"10\"\n\t\t\t  \tdata-lazy = \"true\"\n\t\t\t\tdata-colorscheme = \"light\"\n\t\t\t\tdata-order-by = \"social\"\n\t\t\t\tdata-mobile=true>\n\t\t\t  <\/div><\/div>\n\t\t  <style>\n\t\t    .fb-background-color {\n\t\t\t\tbackground: #ffffff !important;\n\t\t\t}\n\t\t\t.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {\n\t\t\t    width: 100% !important;\n\t\t\t}\n\t\t  <\/style>\n\t\t  <ol class=\"footnotes\"><li id=\"footnote_1_7086\" class=\"footnote\"> escrita direta <strong>*Esclarecimento: <em>A escrita direta acontece quando um Esp\u00edrito, pela vontade e com a utilidade em faz\u00ea-lo, faz aparecer, sobre um papel, uma escrita real, ora em grafite, ora em tinta, ora em formato de impress\u00e3o. Recomendamos a leitura do artigo seguinte, \u201cPneumatografia ou escrita direta\u201d, assim como do artigo de mesmo t\u00edtulo, em maio de 1860, e tamb\u00e9m do Cap\u00edtulo XII de O Livro dos M\u00e9diuns&nbsp; \u2014 \u201cDa pneumatografia ou escrita direta\u201d.&nbsp;<\/em> <em>Pneuma: entre os antigos pensadores gregos, sobretudo os estoicos, designativo do esp\u00edrito, sopro animador ou for\u00e7a criadora, usada pela raz\u00e3o divina para vivificar e dirigir todas as coisas.<\/em><\/strong> <span class=\"footnote-back-link-wrapper\"> [<a href=\"#identifier_1_7086\" class=\"footnote-link footnote-back-link\">&#8617;<\/a>]<\/span><\/li><\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As manifesta\u00e7\u00f5es espiritas sempre foram um ponto nevr\u00e1lgico na Doutrina Espirita. Foi atrav\u00e9s dessas manifesta\u00e7\u00f5es e sua melhor compreens\u00e3o que Kardec conseguiu estabelecer a sua filosofia moral. Assim, destacamos esse estudo de 1859 exposto na Revista Espirita de agosto de 1859. Segue. 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