{"id":6063,"date":"2022-04-27T21:12:26","date_gmt":"2022-04-28T00:12:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/?p=6063"},"modified":"2024-03-21T18:56:53","modified_gmt":"2024-03-21T21:56:53","slug":"obsede-et-subjugue","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/obsedados-e-subjugados-os-perigos-do-espiritismo\/","title":{"rendered":"Obs\u00e9d\u00e9 et subjugu\u00e9 \u2014 Les dangers du spiritisme"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6063?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/pdf.png\" alt=\"image_pdf\" title=\"Afficher le PDF\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 32px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 32\/32;\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6063?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Contenu imprim\u00e9\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 32px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 32\/32;\" \/><\/a><\/div>\n<p>Kardec abre o m\u00eas  de setembro de 1858 realizando uma <strong>longa e profunda<\/strong> digress\u00e3o &#8211; uma verdadeira aula sobre os PERIGOS DO ESPIRITISMO. Como naquele tempo, hoje ainda se fala que a mediunidade pode representar perigos aos m\u00e9diuns e aos assistentes. Em uma palavra, que o contato com os Esp\u00edritos pode ser perigoso. Ser\u00e1?<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201c[&#8230;] <em>se quis\u00e9ssemos proscrever da Sociedade tudo quanto pode oferecer perigo e dar margem a abusos, n\u00e3o saber\u00edamos muito o que haveria de restar, mesmo daquelas coisas de primeira necessidade, a come\u00e7ar pelo fogo, causa de tantas desgra\u00e7as; depois, as estradas de ferro, etc. etc<\/em>\u201d.&nbsp;<\/p>\n<cite>Pensamento de Kardec, RE 1858<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Isso denota que, sim, existem alguns perigos, mas, tomando as devidas precau\u00e7\u00f5es, se as vantagens compensam os inconvenientes, ent\u00e3o n\u00e3o se deve <em>proscrever<\/em> tal investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Kardec continua, destacando:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cNa verdade, o Espiritismo apresenta um perigo real, mas n\u00e3o \u00e9 aquele que se sup\u00f5e. \u00c9 preciso ser-se iniciado nos princ\u00edpios da Ci\u00eancia para bem compreend\u00ea-lo. N\u00e3o nos dirigimos \u00e0queles que lhe s\u00e3o alheios, mas aos pr\u00f3prios adeptos, \u00e0queles que o praticam, pois que para esses \u00e9 que h\u00e1 perigo.\u201d<\/p>\n<cite>Idem<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"destaque has-luminous-vivid-amber-background-color has-background\"><strong>Observa\u00e7\u00e3o:<\/strong> M\u00e9diuns e estudiosos. Por exemplo: Roustaing se fascinou por aquilo que recebia atrav\u00e9s de uma m\u00e9dium.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja tamb\u00e9m o <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=wR0z0f2B6wQ\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estudo em grupo<\/a> que fizemos sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<p>No que consiste esse perigo, enfim? Ele consiste na pressa ou no entusiasmo exagerado que aquele que se coloca em contato com os Esp\u00edritos, que muitas vezes se deixa incidir. Ora, ao obterem um fen\u00f4meno medi\u00fanico qualquer, quantos n\u00e3o s\u00e3o os que n\u00e3o se maravilham por ele &#8211; <em>e por ele  se afundam?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Aqui, a grande quest\u00e3o \u00e9 justamente no que concerne ao conhecimento do m\u00e9dium: ele poderia lhe evitar muitos males, inclusive  \u00e0 sua moral. N\u00f3s  j\u00e1 sabemos que os Esp\u00edritos n\u00e3o s\u00e3o seres especiais, mas apenas seres humanos fora da carne e que, portanto, como demonstram, guardam seus v\u00edcios e suas virtudes.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m sabemos que estamos <strong>incessantemente<\/strong> cercados por uma \u201cnuvem\u201d de Esp\u00edritos, das mais diversas classes e inclina\u00e7\u00f5es, os quasi se ligam a n\u00f3s conforme se afei\u00e7oam \u00e0 nossa realidade espiritual, em agir e em pensar, ou seja, \u00e0s nossas mais profundas inclina\u00e7\u00f5es para as <strong>paix\u00f5es<\/strong> ou para as <strong>virtudes<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque has-luminous-vivid-amber-background-color has-background\"><strong>Paix\u00e3o<\/strong>&nbsp;\u00e9 um termo que designa um sentimento muito forte de atra\u00e7\u00e3o por uma pessoa, objeto ou tema. A paix\u00e3o \u00e9 intensa, envolvente, um entusiasmo ou um desejo forte por qualquer coisa. O termo tamb\u00e9m \u00e9 aplicado com frequ\u00eancia para designar um v\u00edvido interesse ou admira\u00e7\u00e3o por um ideal, causa ou atividade. No s\u00e9culo XIX, a psicologia chamava de&nbsp;<strong>paix\u00f5es<\/strong>&nbsp;o que hoje chamamos de&nbsp;<strong>emo\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Pela condi\u00e7\u00e3o de nosso planeta, sabemos que os Esp\u00edritos inferiores s\u00e3o aqui mais abundantes do que os superiores. Isso nos deveria colocar em estado de alerta, a n\u00f3s, <em>iniciados<\/em> na ci\u00eancia Esp\u00edrita, com rela\u00e7\u00e3o aos Esp\u00edritos que atra\u00edmos para n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos, tamb\u00e9m, que os Esp\u00edritos imperfeitos, quando acham uma <em>brecha no cora\u00e7\u00e3o humano<\/em>, podem a ele se ligar e, se sua ascend\u00eancia moral &#8211; por mais inferior que esta seja &#8211; for aceita, pode chegar ao ponto de <strong>subjugar, fascinar e obsidiar <\/strong>o encarnado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" data-id=\"6086\" src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6086\" srcset=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-18x12.jpg 18w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-150x100.jpg 150w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-696x464.jpg 696w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-1068x712.jpg 1068w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-1920x1280.jpg 1920w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/pexels-cottonbro-6763604-scaled.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\">Fonte: Internet &#8211; site pexels<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<ul class=\"destaque has-luminous-vivid-amber-background-color has-background wp-block-list\">\n<li><strong>Subjuga\u00e7\u00e3o<\/strong>:&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c9 uma liga\u00e7\u00e3o moral que paralisa a vontade de quem a sofre e que impele a pessoa \u00e0s mais desarrazoadas atitudes, frequentemente as mais contr\u00e1rias ao seu pr\u00f3prio interesse. [RE, out\/1858]<\/li>\n\n\n\n<li>A subjuga\u00e7\u00e3o pode ser<em>&nbsp;moral<\/em>&nbsp;ou&nbsp;<em>corporal<\/em>. No primeiro caso, o subjugado \u00e9 constrangido a tomar resolu\u00e7\u00f5es muitas vezes absurdas e comprometedoras que, por uma esp\u00e9cie de ilus\u00e3o, ele julga sensatas: \u00e9 um tipo de fascina\u00e7\u00e3o. No segundo caso, o Esp\u00edrito atua sobre os \u00f3rg\u00e3os materiais e provoca movimentos involunt\u00e1rios. Traduz-se, no m\u00e9dium escrevente, por uma necessidade incessante de escrever, ainda nos momentos menos oportunos. Vimos alguns que, \u00e0 falta de pena ou l\u00e1pis, simulavam escrever com o dedo, onde quer que se encontrassem, mesmo nas ruas, nas portas, nas paredes. [OLM]<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-obsessao-ag-nbsp\"><strong>Obsess\u00e3o [AG]<\/strong>:&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"nota wp-block-list\">\n<li>A obsess\u00e3o \u00e9 a a\u00e7\u00e3o persistente que um malvado Esp\u00edrito exerce sobre um indiv\u00edduo. Apresenta caracteres muito distintos, desde a simples influ\u00eancia moral sem marcas externas sens\u00edveis at\u00e9 a <em>perturba\u00e7\u00e3o completa do organismo e das faculdades mentais<\/em>. <em>Oblitera todas as faculdades medi\u00fanicas<\/em>. Na mediunidade auditiva e psicogr\u00e1fica, ela se traduz pela <strong>obstina\u00e7\u00e3o de um Esp\u00edrito em se manifestar com a exclus\u00e3o dos demais<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"nota\">A obsess\u00e3o \u00e9 quase sempre o fato de uma vingan\u00e7a exercida por um Esp\u00edrito e que o mais frequente tem origem nas rela\u00e7\u00f5es que o obsedado tenha tido com aquele em uma exist\u00eancia anterior.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Nos casos de obsess\u00e3o grave, o obsidiado \u00e9 envolvido e impregnado por um fluido pernicioso que neutraliza a a\u00e7\u00e3o dos fluidos salutares e os repulsa. \u00c9 desse fluido que se torna necess\u00e1rio se desembara\u00e7ar; ora, um mau fluido n\u00e3o pode ser repelido por outro mau fluido. Por uma a\u00e7\u00e3o id\u00eantica \u00e0 do m\u00e9dium curador, no caso de doen\u00e7as, \u00e9 necess\u00e1rio expulsar o fluido mau com a ajuda de um fluido melhor.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Essa \u00e9 a a\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, mas que nem sempre \u00e9 suficiente. \u00c9 preciso tamb\u00e9m, e sobretudo, atuar sobre o ser inteligente, ao qual \u00e9 preciso ter o direito de falar com autoridade, e essa autoridade s\u00f3 \u00e9 dada pela <strong>superioridade moral<\/strong>; quanto maior ela for, maior ser\u00e1 a autoridade.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-fascinio-o-livro-dos-mediuns\"><strong>Fasc\u00ednio &#8211; O Livro dos M\u00e9diuns<\/strong>\u00a0<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"destaque has-luminous-vivid-amber-background-color has-background wp-block-list\">\n<li>A fascina\u00e7\u00e3o tem consequ\u00eancias muito mais graves. \u00c9 uma ilus\u00e3o produzida pela a\u00e7\u00e3o direta do Esp\u00edrito sobre o pensamento do m\u00e9dium e que, de certa maneira, lhe paralisa o racioc\u00ednio, relativamente \u00e0s comunica\u00e7\u00f5es. O m\u00e9dium fascinado n\u00e3o acredita que o estejam enganando: o Esp\u00edrito tem a arte de lhe inspirar confian\u00e7a cega, que o impede de ver o embuste e de compreender o absurdo do que escreve, ainda quando esse absurdo salte aos olhos de toda gente. A ilus\u00e3o pode mesmo ir at\u00e9 ao ponto de o fazer achar sublime a linguagem mais rid\u00edcula.<\/li>\n\n\n\n<li>[&#8230;] O Esp\u00edrito conduz o indiv\u00edduo de quem ele chegou a apoderar-se, como faria com um cego, e pode lev\u00e1-lo a aceitar as doutrinas mais estranhas, as teorias mais falsas, como se fossem a \u00fanica express\u00e3o da verdade. Ainda mais, pode lev\u00e1-lo a situa\u00e7\u00f5es rid\u00edculas, comprometedoras e at\u00e9 perigosas <\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-possessao-nbsp\"><strong>Possess\u00e3o<\/strong>:&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"nota wp-block-list\">\n<li>Dava-se outrora o nome de<em>&nbsp;possess\u00e3o<\/em>&nbsp;ao imp\u00e9rio exercido por maus Esp\u00edritos, quando a influ\u00eancia deles ia at\u00e9 \u00e0 aberra\u00e7\u00e3o das faculdades da v\u00edtima. A possess\u00e3o seria, para n\u00f3s, sin\u00f4nimo da subjuga\u00e7\u00e3o. [OLM]<\/li>\n\n\n\n<li>Na possess\u00e3o, em lugar de agir exteriormente, o Esp\u00edrito livre se substitui, por assim dizer, ao Esp\u00edrito encarnado; faz elei\u00e7\u00e3o de domic\u00edlio em seu corpo sem que, contudo, este o deixe definitivamente, o que n\u00e3o pode ter lugar sen\u00e3o com a morte. A possess\u00e3o \u00e9, pois, sempre tempor\u00e1ria e intermitente porque um Esp\u00edrito desencarnado n\u00e3o pode tomar definitivamente o lugar e a dignidade de um Esp\u00edrito encarnado, <strong>atentando que a uni\u00e3o molecular do perisp\u00edrito e do corpo s\u00f3 pode se operar no momento da concep\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>O Esp\u00edrito, na posse moment\u00e2nea do corpo, serve-se dele como do seu pr\u00f3prio; fala por sua boca, v\u00ea pelos seus olhos, atua com seus bra\u00e7os como se tivesse feito de sua viv\u00eancia. N\u00e3o \u00e9 mais como na mediunidade psicof\u00f4nica, na qual o Esp\u00edrito encarnado fala transmitindo o pensamento de um Esp\u00edrito desencarnado. \u00c9 este \u00faltimo ele pr\u00f3prio que fala e que atua e se o tiver conhecido em vida, reconhec\u00ea-lo-\u00e1 pela sua linguagem, sua voz, pelos seus gestos e at\u00e9 pela express\u00e3o de sua fisionomia. [AG]<\/li>\n\n\n\n<li>Dava-se outrora o nome de<em>&nbsp;possess\u00e3o<\/em>&nbsp;ao imp\u00e9rio exercido por maus Esp\u00edritos, quando a influ\u00eancia deles ia at\u00e9 \u00e0 aberra\u00e7\u00e3o das faculdades da v\u00edtima. A possess\u00e3o seria, para n\u00f3s, sin\u00f4nimo da subjuga\u00e7\u00e3o. [OLM]<\/li>\n\n\n\n<li>Na possess\u00e3o, em lugar de agir exteriormente, o Esp\u00edrito livre se substitui, por assim dizer, ao Esp\u00edrito encarnado; faz elei\u00e7\u00e3o de domic\u00edlio em seu corpo sem que, contudo, este o deixe definitivamente, o que n\u00e3o pode ter lugar sen\u00e3o com a morte. A possess\u00e3o \u00e9, pois, sempre tempor\u00e1ria e intermitente porque um Esp\u00edrito desencarnado n\u00e3o pode tomar definitivamente o lugar e a dignidade de um Esp\u00edrito encarnado, <strong>atentando que a uni\u00e3o molecular do perisp\u00edrito e do corpo s\u00f3 pode se operar no momento da concep\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>O Esp\u00edrito, na posse moment\u00e2nea do corpo, serve-se dele como do seu pr\u00f3prio; fala por sua boca, v\u00ea pelos seus olhos, atua com seus bra\u00e7os como se tivesse feito de sua viv\u00eancia. N\u00e3o \u00e9 mais como na mediunidade psicof\u00f4nica, na qual o Esp\u00edrito encarnado fala transmitindo o pensamento de um Esp\u00edrito desencarnado. \u00c9 este \u00faltimo ele pr\u00f3prio que fala e que atua e se o tiver conhecido em vida, reconhec\u00ea-lo-\u00e1 pela sua linguagem, sua voz, pelos seus gestos e at\u00e9 pela express\u00e3o de sua fisionomia. [AG]<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Voltando aos m\u00e9diuns, Kardec observa:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201c<em>O homem frio, ao contr\u00e1rio <\/em>[do entusiasmado]<em>, \u00e9 impass\u00edvel. Ele n\u00e3o se ilude; combina, pesa, examina maduramente e n\u00e3o se deixa seduzir por subterf\u00fagios. \u00c9 isto o que lhe d\u00e1 for\u00e7a. Os Esp\u00edritos mal\u00e9volos, que sabem disto t\u00e3o bem ou melhor do que n\u00f3s, sabem tamb\u00e9m tirar proveito da situa\u00e7\u00e3o para subjugar os que desejam ter sob sua depend\u00eancia.<\/em>\u201d<\/p>\n<cite>idem<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Recordemos o Esp\u00edrito impostor do Padre Ambr\u00f3sio, questionado por Kardec <a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/contradicoes-na-linguagem-dos-espiritos\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/contradicoes-na-linguagem-dos-espiritos\/\">(julho\/1858)<\/a>:<br><br>\u201c16. \u2500 Por que n\u00e3o sustentas a impostura em nossa presen\u00e7a? <em>\u2500 Porque minha linguagem \u00e9 uma pedra de toque, com a qual n\u00e3o vos podeis enganar.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Vejamos, amigos, que Kardec, aqui, est\u00e1 dando <strong>bases s\u00f3lidas para a forma\u00e7\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o das pesquisas esp\u00edritas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Seja por entusiasmo, seja por fasc\u00ednio dos Esp\u00edritos, ou seja por <\/em><strong><em>amor pr\u00f3prio<\/em><\/strong><em>, em geral o m\u00e9dium psic\u00f3grafo \u00e9 <\/em><em>levado a crer que os Esp\u00edritos que se comunicam com ele s\u00e3o superiores<\/em><em>, e tanto mais, quanto mais os Esp\u00edritos, vendo sua propens\u00e3o, n\u00e3o deixam de ornar-se com t\u00edtulos pomposos, conforme a necessidade<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><br><em>\u201cDa cren\u00e7a cega e irrefletida na superioridade dos Esp\u00edritos que se comunicam, \u00e0 confian\u00e7a em suas palavras h\u00e1 apenas um passo, assim como acontece entre os homens.\u201d<\/em> &#8211; E Kardec vai dar um exemplo muito pr\u00e1tico disso.<\/p>\n\n\n\n<p>Conta Allan Kardec que um jovem rapaz, <em>instru\u00eddo, de esmerada educa\u00e7\u00e3o, de car\u00e1ter suave e benevolente, mas um pouco fraco e indeciso, tornou-se m\u00e9dium psic\u00f3grafo com <\/em><em>muita rapidez<\/em> e se tornou obsidiado por um Esp\u00edrito. Esse Esp\u00edrito passou a lhe ditar verdadeiros absurdos, que, em consequ\u00eancia, quase levaram o rapaz ao adoecimento e \u00e0 loucura:<br><br>\u201c<em>A subjuga\u00e7\u00e3o havia chegado a um ponto em que se lhe tivessem dito para atirar-se na \u00e1gua ou partir para os ant\u00edpodas <\/em>[outro lado da Terra]<em>, ele o teria feito. <\/em><em>Quando queriam obrig\u00e1-lo a fazer qualquer coisa que lhe repugnava, <\/em><strong><em>era arrastado por uma for\u00e7a invis\u00edvel<\/em><\/strong><em>.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cQuando a criatura conseguiu substituir o dem\u00f4nio por Jesus, ainda n\u00e3o possui a verdade. Para t\u00ea-la, <strong>\u00e9 necess\u00e1rio crer<\/strong>. <strong>Deus n\u00e3o d\u00e1 a verdade aos que duvidam<\/strong>: <em>seria fazer algo de in\u00fatil e Deus nada faz em v\u00e3o<\/em>. Como a maioria dos m\u00e9diuns novos duvidam do que dizem e escrevem, os bons Esp\u00edritos, a contragosto,&nbsp;<em>por ordem formal de Deus, s\u00e3o obrigados a mentir e n\u00e3o t\u00eam outro jeito sen\u00e3o mentir at\u00e9 que o m\u00e9dium fique convencido;&nbsp;<\/em>mas assim que ele acredita numa dessas mentiras, os Esp\u00edritos elevados se apressam em lhe desvelar os segredos do c\u00e9u: a verdade inteira dissipa num instante essa nuvem de erros com que tinham sido obrigados a envolver o seu protegido.<br><br>\u201c<strong>Chegado a esse ponto, nada mais tem o m\u00e9dium a temer<\/strong>. Os bons Esp\u00edritos jamais o deixar\u00e3o. Contudo, ele n\u00e3o deve crer que tenha sempre a verdade e s\u00f3 a verdade. Seja para experiment\u00e1-lo, seja para puni-lo de faltas passadas, seja ainda para castig\u00e1-lo por perguntas ego\u00edsticas ou curiosas, <strong>os bons Esp\u00edritos <\/strong>lhe&nbsp;<em>infligem corre\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e morais,&nbsp;<\/em>vindo atorment\u00e1-lo por ordem de Deus.\u201d<\/p>\n<cite>RE  outubro, 1858 (cita\u00e7\u00f5es das psicografias do Esp\u00edrito fascinado<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O relato que Kardec d\u00e1, obtido das pr\u00f3prias psicografias desses Esp\u00edritos obsessores, atrav\u00e9s do rapaz, chega a ser dif\u00edcil at\u00e9 de ler, quanto mais de entender, tal \u00e9 o n\u00edvel de disparidade das ideias ali apresentadas. Por sua extens\u00e3o, faremos abstra\u00e7\u00e3o da cita\u00e7\u00e3o. Conv\u00e9m destacar a observa\u00e7\u00e3o de Kardec, apenas:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Observe-se que em tudo isto nada h\u00e1 de grosseiro ou banal. \u00c9 uma s\u00e9rie de racioc\u00ednios sof\u00edsticos encadeando-se com apar\u00eancia de l\u00f3gica. Nos meios empregados para engan\u00e1-lo h\u00e1 realmente uma arte infernal e, se nos tivesse sido poss\u00edvel relatar todas essas manifesta\u00e7\u00f5es, ver-se-ia at\u00e9 que ponto era levada a ast\u00facia e com que habilidade para isso eram empregadas palavras mel\u00edfluas.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><br>Em meio a toda essa luta, por\u00e9m, Kardec destaca que era f\u00e1cil reconhecer um outro Esp\u00edrito, bondoso, que lutava para se fazer <em>ouvido<\/em>. Era seu pai, que, em certo momento, <em>escreveu<\/em>: \u201c<em>Sim, meu filho, coragem! Sofres uma rude prova, que ser\u00e1 para o teu bem no futuro. Infelizmente, no momento, nada posso fazer para te libertar, e isto muito me custa. Vai ver Allan Kardec; escuta-o, e ele te salvar\u00e1<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O rapaz, ouvindo o bom conselho, vai procurar Kardec, que inicia o que hoje chamar\u00edamos de <em>desobsess\u00e3o<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Empreguei toda a minha for\u00e7a de vontade para chamar os bons Esp\u00edritos <\/em><em>por seu interm\u00e9dio<\/em><em>; toda a minha ret\u00f3rica para lhe provar que era v\u00edtima de Esp\u00edritos detest\u00e1veis; que aquilo que escrevia n\u00e3o tinha senso, al\u00e9m de ser profundamente imoral. Para essa obra de caridade juntei-me a um colega, o Sr. T&#8230; e pouco a pouco conseguimos que escrevesse coisas sensatas. Ele tomou avers\u00e3o \u00e0quele mau g\u00eanio, <\/em><em>repelindo-o por vontade pr\u00f3pria<\/em><em> cada vez que tentava manifestar-se, e lentamente os bons Esp\u00edritos triunfaram.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><em>Para modificar suas ideias, ele seguiu o conselho dos Esp\u00edritos, de entregar-se a um trabalho rude, que lhe n\u00e3o deixasse tempo para ouvir as sugest\u00f5es m\u00e1s.<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Mas a <em>desobsess\u00e3o<\/em> n\u00e3o visa apenas o encarnado, que pode afastar os maus Esp\u00edritos por sua vontade, mas pode atingir positivamente o Esp\u00edrito tamb\u00e9m (e frequentemente o faz):<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>O pr\u00f3prio Dillois acabou confessando-se vencido e manifestou o desejo de progredir em nova exist\u00eancia. Confessou o mal que tinha tentado fazer e deu provas de arrependimento. A luta foi longa e penosa e ofereceu ao observador particularidades realmente curiosas. Hoje o Sr. F. sente-se livre e feliz. \u00c9 como se tivesse deposto um fardo. Recuperou a alegria e agradece-nos o servi\u00e7o que lhe prestamos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Kardec inicia a conclus\u00e3o do artigo fazendo uma reflex\u00e3o: longe de provar o perigo da mediunidade, casos como esses mostram sua <strong>utilidade<\/strong>. Ora, os Esp\u00edritos est\u00e3o \u00e0 nossa volta, com ou sem mediunidade, e com ou sem ela podem nos obsidiar, <strong>se permitirmos<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A mediunidade apenas nos coloca em contato direto com eles, o que fornece importante ferramenta para que os pr\u00f3prios Esp\u00edritos se revelem e se acusem, permitindo ao m\u00e9dium ou a outrem tentar lhe abrir os olhos &#8211; exatamente como deu-se com o rapaz.<\/p>\n\n\n\n<p>A mediunidade, enfim, n\u00e3o \u00e9 o que torna exclusiva a comunica\u00e7\u00e3o de ideias provenientes de Esp\u00edritos inferiores. Diz Kardec:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><br>\u201c<em>Quem diz que entre todas essas elucubra\u00e7\u00f5es rid\u00edculas ou perigosas n\u00e3o haver\u00e1 algumas cujos autores s\u00e3o impulsionados por Esp\u00edritos mal\u00e9volos? Tr\u00eas quartas partes de nossas a\u00e7\u00f5es m\u00e1s e de nossos maus pensamentos s\u00e3o frutos dessa sugest\u00e3o oculta.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Em resumo, o perigo n\u00e3o est\u00e1 propriamente no Espiritismo, pois ele pode, ao contr\u00e1rio, servir de controle[&#8230;]. O perigo est\u00e1 na propens\u00e3o de certos m\u00e9diuns para, mui levianamente, se crerem instrumentos exclusivos de Esp\u00edritos superiores e numa esp\u00e9cie de fascina\u00e7\u00e3o que n\u00e3o os deixa compreender as tolices de que s\u00e3o int\u00e9rpretes. At\u00e9 mesmo aqueles que n\u00e3o s\u00e3o m\u00e9diuns podem ser arrastados.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><br>Encerrando, Kardec tece algumas considera\u00e7\u00f5es. Algumas j\u00e1 tratamos recentemente, no que tange \u00e0 linguagem dos Esp\u00edritos e \u00e0s contradi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque\">1.\u00ba \u2500 Todo m\u00e9dium deve prevenir-se contra a irresist\u00edvel empolga\u00e7\u00e3o que o leva a escrever sem cessar e at\u00e9 em momentos inoportunos; deve ser senhor de si e n\u00e3o escrever sen\u00e3o quando queira;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque\">2.\u00ba \u2500 N\u00e3o dominamos os Esp\u00edritos superiores, nem mesmo aqueles que, n\u00e3o sendo superiores, s\u00e3o bons e benevolentes, mas podemos dominar e domar os Esp\u00edritos inferiores. Aquele que n\u00e3o \u00e9 senhor de si n\u00e3o o pode ser dos Esp\u00edritos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque\">3.\u00ba \u2500 N\u00e3o h\u00e1 outro crit\u00e9rio sen\u00e3o o bom-senso para discernir o valor dos Esp\u00edritos. Qualquer f\u00f3rmula dada para esse fim pelos pr\u00f3prios Esp\u00edritos \u00e9 absurda e n\u00e3o pode emanar de Esp\u00edritos superiores;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque\">4.\u00ba \u2500 Os Esp\u00edritos, como os homens, s\u00e3o julgados por sua linguagem. Toda express\u00e3o, todo pensamento, todo conceito, toda teoria moral ou cient\u00edfica que choque o bom-senso ou n\u00e3o corresponda \u00e0 ideia que fazemos de um Esp\u00edrito puro e elevado, emana de um Esp\u00edrito mais ou menos inferior;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque\">5.\u00ba \u2500 Os Esp\u00edritos superiores t\u00eam sempre a mesma linguagem com a mesma pessoa e jamais se contradizem;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque\">6.\u00ba \u2500 Os Esp\u00edritos superiores s\u00e3o sempre bons e benevolentes. Em sua linguagem jamais encontramos acrim\u00f4nia, arrog\u00e2ncia, aspereza, orgulho, gabolice ou tola presun\u00e7\u00e3o. Eles falam com simplicidade, aconselham e se retiram quando n\u00e3o s\u00e3o ouvidos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque\">7.\u00ba \u2500 N\u00e3o devemos julgar os Esp\u00edritos por sua forma material nem pela corre\u00e7\u00e3o da linguagem, mas sondar-lhes o \u00edntimo, perscrutar suas palavras, pes\u00e1-las friamente, maduramente e sem preven\u00e7\u00e3o. Qualquer fuga ao bom-senso, \u00e0 raz\u00e3o e \u00e0 sabedoria n\u00e3o pode deixar d\u00favidas quanto \u00e0 sua origem, seja qual for o nome com que se mascare o Esp\u00edrito;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque\">8.\u00ba \u2500 Os Esp\u00edritos inferiores receiam os que lhes analisam as palavras, desmascaram as torpezas e n\u00e3o se deixam prender por seus sofismas. \u00c0s vezes eles tentam resistir, mas acabam sempre fugindo, quando percebem que s\u00e3o os mais fracos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"destaque\">9.\u00ba \u2500 Aquele que em tudo age tendo em vista o bem, eleva-se acima das vaidades humanas, expele do cora\u00e7\u00e3o o ego\u00edsmo, o orgulho, a inveja, o ci\u00fame e o \u00f3dio e perdoa aos seus inimigos, pondo em pr\u00e1tica esta m\u00e1xima do Cristo: \u201cFazei aos outros o que quereis que se vos fa\u00e7a\u201d; simpatiza com os bons Esp\u00edritos, ao passo que os maus o temem e dele se afastam.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-vamos-estudar\">Vamos estudar?<\/h2>\n\n\n\n<p>Confira os grupos de estudos que existem, tratando da Doutrina Esp\u00edrita, nos quais temos aprendido MUITO. <a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/artigos\/educacao-do-espirito\/grupos-de-estudos-do-espiritismo\/\" data-type=\"post\" data-id=\"6594\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Clique aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n<div class=\"fb-background-color\">\n\t\t\t  <div \n\t\t\t  \tclass = \"fb-comments\" \n\t\t\t  \tdata-href = \"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/obsedados-e-subjugados-os-perigos-do-espiritismo\/\"\n\t\t\t  \tdata-numposts = \"10\"\n\t\t\t  \tdata-lazy = \"true\"\n\t\t\t\tdata-colorscheme = \"light\"\n\t\t\t\tdata-order-by = \"social\"\n\t\t\t\tdata-mobile=true>\n\t\t\t  <\/div><\/div>\n\t\t  <style>\n\t\t    .fb-background-color {\n\t\t\t\tbackground: #ffffff !important;\n\t\t\t}\n\t\t\t.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {\n\t\t\t    width: 100% !important;\n\t\t\t}\n\t\t  <\/style>\n\t\t  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9tude approfondie sur l&#039;obsession, la possession, l&#039;assujettissement et la fascination.<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":7934,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[408,23,27,288,287,22,286,49,284,10,19,285],"class_list":["post-6063","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-estudos-da-revista-espirita","tag-boas-vindas-2","tag-allan-kardec","tag-espiritos","tag-fascinacao","tag-fascinio","tag-mediunidade","tag-obsedado","tag-obsessao","tag-possessao","tag-revista-espirita","tag-revista-espirita-1858","tag-subjugado"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v21.1 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Obsedados e Subjugados \u2014 Os perigos do Espiritismo - Grupo de Estudos O Legado de Allan Kardec<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Quais s\u00e3o os perigos do Espiritismo? 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