{"id":6063,"date":"2022-04-27T21:12:26","date_gmt":"2022-04-28T00:12:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/?p=6063"},"modified":"2024-03-21T18:56:53","modified_gmt":"2024-03-21T21:56:53","slug":"obsede-et-subjugue","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/des-articles-2\/etudes-de-l-esprit-du-journal-2\/obsede-et-subjugue\/","title":{"rendered":"Obs\u00e9d\u00e9 et subjugu\u00e9 \u2014 Les dangers du spiritisme"},"content":{"rendered":"
<\/a>
<\/a><\/div>\nKardec abre o m\u00eas de setembro de 1858 realizando uma longa e profunda<\/strong> digress\u00e3o – uma verdadeira aula sobre os PERIGOS DO ESPIRITISMO. Como naquele tempo, hoje ainda se fala que a mediunidade pode representar perigos aos m\u00e9diuns e aos assistentes. Em uma palavra, que o contato com os Esp\u00edritos pode ser perigoso. Ser\u00e1?<\/p>\n\n\n\n \u201c[…] se quis\u00e9ssemos proscrever da Sociedade tudo quanto pode oferecer perigo e dar margem a abusos, n\u00e3o saber\u00edamos muito o que haveria de restar, mesmo daquelas coisas de primeira necessidade, a come\u00e7ar pelo fogo, causa de tantas desgra\u00e7as; depois, as estradas de ferro, etc. etc<\/em>\u201d. <\/p>\nPensamento de Kardec, RE 1858<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n Isso denota que, sim, existem alguns perigos, mas, tomando as devidas precau\u00e7\u00f5es, se as vantagens compensam os inconvenientes, ent\u00e3o n\u00e3o se deve proscrever<\/em> tal investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n Kardec continua, destacando: <\/p>\n\n\n\n \u201cNa verdade, o Espiritismo apresenta um perigo real, mas n\u00e3o \u00e9 aquele que se sup\u00f5e. \u00c9 preciso ser-se iniciado nos princ\u00edpios da Ci\u00eancia para bem compreend\u00ea-lo. N\u00e3o nos dirigimos \u00e0queles que lhe s\u00e3o alheios, mas aos pr\u00f3prios adeptos, \u00e0queles que o praticam, pois que para esses \u00e9 que h\u00e1 perigo.\u201d<\/p>\nIdem<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n Observa\u00e7\u00e3o:<\/strong> M\u00e9diuns e estudiosos. Por exemplo: Roustaing se fascinou por aquilo que recebia atrav\u00e9s de uma m\u00e9dium.<\/p>\n\n\n\n Veja tamb\u00e9m o estudo em grupo<\/a> que fizemos sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n No que consiste esse perigo, enfim? Ele consiste na pressa ou no entusiasmo exagerado que aquele que se coloca em contato com os Esp\u00edritos, que muitas vezes se deixa incidir. Ora, ao obterem um fen\u00f4meno medi\u00fanico qualquer, quantos n\u00e3o s\u00e3o os que n\u00e3o se maravilham por ele – e por ele se afundam?<\/em><\/p>\n\n\n\n Aqui, a grande quest\u00e3o \u00e9 justamente no que concerne ao conhecimento do m\u00e9dium: ele poderia lhe evitar muitos males, inclusive \u00e0 sua moral. N\u00f3s j\u00e1 sabemos que os Esp\u00edritos n\u00e3o s\u00e3o seres especiais, mas apenas seres humanos fora da carne e que, portanto, como demonstram, guardam seus v\u00edcios e suas virtudes.<\/p>\n\n\n\n Tamb\u00e9m sabemos que estamos incessantemente<\/strong> cercados por uma \u201cnuvem\u201d de Esp\u00edritos, das mais diversas classes e inclina\u00e7\u00f5es, os quasi se ligam a n\u00f3s conforme se afei\u00e7oam \u00e0 nossa realidade espiritual, em agir e em pensar, ou seja, \u00e0s nossas mais profundas inclina\u00e7\u00f5es para as paix\u00f5es<\/strong> ou para as virtudes<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n Paix\u00e3o<\/strong> \u00e9 um termo que designa um sentimento muito forte de atra\u00e7\u00e3o por uma pessoa, objeto ou tema. A paix\u00e3o \u00e9 intensa, envolvente, um entusiasmo ou um desejo forte por qualquer coisa. O termo tamb\u00e9m \u00e9 aplicado com frequ\u00eancia para designar um v\u00edvido interesse ou admira\u00e7\u00e3o por um ideal, causa ou atividade. No s\u00e9culo XIX, a psicologia chamava de paix\u00f5es<\/strong> o que hoje chamamos de emo\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/p>\n\n\n\n Pela condi\u00e7\u00e3o de nosso planeta, sabemos que os Esp\u00edritos inferiores s\u00e3o aqui mais abundantes do que os superiores. Isso nos deveria colocar em estado de alerta, a n\u00f3s, iniciados<\/em> na ci\u00eancia Esp\u00edrita, com rela\u00e7\u00e3o aos Esp\u00edritos que atra\u00edmos para n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n Sabemos, tamb\u00e9m, que os Esp\u00edritos imperfeitos, quando acham uma brecha no cora\u00e7\u00e3o humano<\/em>, podem a ele se ligar e, se sua ascend\u00eancia moral – por mais inferior que esta seja – for aceita, pode chegar ao ponto de subjugar, fascinar e obsidiar <\/strong>o encarnado.<\/p>\n\n\n\n Voltando aos m\u00e9diuns, Kardec observa: <\/p>\n\n\n\n \u201cO homem frio, ao contr\u00e1rio <\/em>[do entusiasmado], \u00e9 impass\u00edvel. Ele n\u00e3o se ilude; combina, pesa, examina maduramente e n\u00e3o se deixa seduzir por subterf\u00fagios. \u00c9 isto o que lhe d\u00e1 for\u00e7a. Os Esp\u00edritos mal\u00e9volos, que sabem disto t\u00e3o bem ou melhor do que n\u00f3s, sabem tamb\u00e9m tirar proveito da situa\u00e7\u00e3o para subjugar os que desejam ter sob sua depend\u00eancia.<\/em>\u201d<\/p>\nidem<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n Recordemos o Esp\u00edrito impostor do Padre Ambr\u00f3sio, questionado por Kardec (julho\/1858)<\/a>: Vejamos, amigos, que Kardec, aqui, est\u00e1 dando bases s\u00f3lidas para a forma\u00e7\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o das pesquisas esp\u00edritas<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n \u201cSeja por entusiasmo, seja por fasc\u00ednio dos Esp\u00edritos, ou seja por <\/em>amor pr\u00f3prio<\/em><\/strong>, em geral o m\u00e9dium psic\u00f3grafo \u00e9 <\/em>levado a crer que os Esp\u00edritos que se comunicam com ele s\u00e3o superiores<\/em>, e tanto mais, quanto mais os Esp\u00edritos, vendo sua propens\u00e3o, n\u00e3o deixam de ornar-se com t\u00edtulos pomposos, conforme a necessidade<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n Conta Allan Kardec que um jovem rapaz, instru\u00eddo, de esmerada educa\u00e7\u00e3o, de car\u00e1ter suave e benevolente, mas um pouco fraco e indeciso, tornou-se m\u00e9dium psic\u00f3grafo com <\/em>muita rapidez<\/em> e se tornou obsidiado por um Esp\u00edrito. Esse Esp\u00edrito passou a lhe ditar verdadeiros absurdos, que, em consequ\u00eancia, quase levaram o rapaz ao adoecimento e \u00e0 loucura: \u201cQuando a criatura conseguiu substituir o dem\u00f4nio por Jesus, ainda n\u00e3o possui a verdade. Para t\u00ea-la, \u00e9 necess\u00e1rio crer<\/strong>. Deus n\u00e3o d\u00e1 a verdade aos que duvidam<\/strong>: seria fazer algo de in\u00fatil e Deus nada faz em v\u00e3o<\/em>. Como a maioria dos m\u00e9diuns novos duvidam do que dizem e escrevem, os bons Esp\u00edritos, a contragosto, por ordem formal de Deus, s\u00e3o obrigados a mentir e n\u00e3o t\u00eam outro jeito sen\u00e3o mentir at\u00e9 que o m\u00e9dium fique convencido; <\/em>mas assim que ele acredita numa dessas mentiras, os Esp\u00edritos elevados se apressam em lhe desvelar os segredos do c\u00e9u: a verdade inteira dissipa num instante essa nuvem de erros com que tinham sido obrigados a envolver o seu protegido. O relato que Kardec d\u00e1, obtido das pr\u00f3prias psicografias desses Esp\u00edritos obsessores, atrav\u00e9s do rapaz, chega a ser dif\u00edcil at\u00e9 de ler, quanto mais de entender, tal \u00e9 o n\u00edvel de disparidade das ideias ali apresentadas. Por sua extens\u00e3o, faremos abstra\u00e7\u00e3o da cita\u00e7\u00e3o. Conv\u00e9m destacar a observa\u00e7\u00e3o de Kardec, apenas: <\/p>\n\n\n\n \u201cObserve-se que em tudo isto nada h\u00e1 de grosseiro ou banal. \u00c9 uma s\u00e9rie de racioc\u00ednios sof\u00edsticos encadeando-se com apar\u00eancia de l\u00f3gica. Nos meios empregados para engan\u00e1-lo h\u00e1 realmente uma arte infernal e, se nos tivesse sido poss\u00edvel relatar todas essas manifesta\u00e7\u00f5es, ver-se-ia at\u00e9 que ponto era levada a ast\u00facia e com que habilidade para isso eram empregadas palavras mel\u00edfluas.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n O rapaz, ouvindo o bom conselho, vai procurar Kardec, que inicia o que hoje chamar\u00edamos de desobsess\u00e3o<\/em>:<\/p>\n\n\n\n \u201cEmpreguei toda a minha for\u00e7a de vontade para chamar os bons Esp\u00edritos <\/em>por seu interm\u00e9dio<\/em>; toda a minha ret\u00f3rica para lhe provar que era v\u00edtima de Esp\u00edritos detest\u00e1veis; que aquilo que escrevia n\u00e3o tinha senso, al\u00e9m de ser profundamente imoral. Para essa obra de caridade juntei-me a um colega, o Sr. T… e pouco a pouco conseguimos que escrevesse coisas sensatas. Ele tomou avers\u00e3o \u00e0quele mau g\u00eanio, <\/em>repelindo-o por vontade pr\u00f3pria<\/em> cada vez que tentava manifestar-se, e lentamente os bons Esp\u00edritos triunfaram.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n Para modificar suas ideias, ele seguiu o conselho dos Esp\u00edritos, de entregar-se a um trabalho rude, que lhe n\u00e3o deixasse tempo para ouvir as sugest\u00f5es m\u00e1s.<\/em><\/p>\n\n\n\n O pr\u00f3prio Dillois acabou confessando-se vencido e manifestou o desejo de progredir em nova exist\u00eancia. Confessou o mal que tinha tentado fazer e deu provas de arrependimento. A luta foi longa e penosa e ofereceu ao observador particularidades realmente curiosas. Hoje o Sr. F. sente-se livre e feliz. \u00c9 como se tivesse deposto um fardo. Recuperou a alegria e agradece-nos o servi\u00e7o que lhe prestamos.<\/em><\/p>\n\n\n\n Kardec inicia a conclus\u00e3o do artigo fazendo uma reflex\u00e3o: longe de provar o perigo da mediunidade, casos como esses mostram sua utilidade<\/strong>. Ora, os Esp\u00edritos est\u00e3o \u00e0 nossa volta, com ou sem mediunidade, e com ou sem ela podem nos obsidiar, se permitirmos<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n A mediunidade apenas nos coloca em contato direto com eles, o que fornece importante ferramenta para que os pr\u00f3prios Esp\u00edritos se revelem e se acusem, permitindo ao m\u00e9dium ou a outrem tentar lhe abrir os olhos – exatamente como deu-se com o rapaz.<\/p>\n\n\n\n A mediunidade, enfim, n\u00e3o \u00e9 o que torna exclusiva a comunica\u00e7\u00e3o de ideias provenientes de Esp\u00edritos inferiores. Diz Kardec: <\/p>\n\n\n\n \u201cEm resumo, o perigo n\u00e3o est\u00e1 propriamente no Espiritismo, pois ele pode, ao contr\u00e1rio, servir de controle[…]. O perigo est\u00e1 na propens\u00e3o de certos m\u00e9diuns para, mui levianamente, se crerem instrumentos exclusivos de Esp\u00edritos superiores e numa esp\u00e9cie de fascina\u00e7\u00e3o que n\u00e3o os deixa compreender as tolices de que s\u00e3o int\u00e9rpretes. At\u00e9 mesmo aqueles que n\u00e3o s\u00e3o m\u00e9diuns podem ser arrastados.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n 1.\u00ba \u2500 Todo m\u00e9dium deve prevenir-se contra a irresist\u00edvel empolga\u00e7\u00e3o que o leva a escrever sem cessar e at\u00e9 em momentos inoportunos; deve ser senhor de si e n\u00e3o escrever sen\u00e3o quando queira;<\/p>\n\n\n\n 2.\u00ba \u2500 N\u00e3o dominamos os Esp\u00edritos superiores, nem mesmo aqueles que, n\u00e3o sendo superiores, s\u00e3o bons e benevolentes, mas podemos dominar e domar os Esp\u00edritos inferiores. Aquele que n\u00e3o \u00e9 senhor de si n\u00e3o o pode ser dos Esp\u00edritos;<\/p>\n\n\n\n 3.\u00ba \u2500 N\u00e3o h\u00e1 outro crit\u00e9rio sen\u00e3o o bom-senso para discernir o valor dos Esp\u00edritos. Qualquer f\u00f3rmula dada para esse fim pelos pr\u00f3prios Esp\u00edritos \u00e9 absurda e n\u00e3o pode emanar de Esp\u00edritos superiores;<\/p>\n\n\n\n 4.\u00ba \u2500 Os Esp\u00edritos, como os homens, s\u00e3o julgados por sua linguagem. Toda express\u00e3o, todo pensamento, todo conceito, toda teoria moral ou cient\u00edfica que choque o bom-senso ou n\u00e3o corresponda \u00e0 ideia que fazemos de um Esp\u00edrito puro e elevado, emana de um Esp\u00edrito mais ou menos inferior;<\/p>\n\n\n\n 5.\u00ba \u2500 Os Esp\u00edritos superiores t\u00eam sempre a mesma linguagem com a mesma pessoa e jamais se contradizem;<\/p>\n\n\n\n 6.\u00ba \u2500 Os Esp\u00edritos superiores s\u00e3o sempre bons e benevolentes. Em sua linguagem jamais encontramos acrim\u00f4nia, arrog\u00e2ncia, aspereza, orgulho, gabolice ou tola presun\u00e7\u00e3o. Eles falam com simplicidade, aconselham e se retiram quando n\u00e3o s\u00e3o ouvidos;<\/p>\n\n\n\n 7.\u00ba \u2500 N\u00e3o devemos julgar os Esp\u00edritos por sua forma material nem pela corre\u00e7\u00e3o da linguagem, mas sondar-lhes o \u00edntimo, perscrutar suas palavras, pes\u00e1-las friamente, maduramente e sem preven\u00e7\u00e3o. Qualquer fuga ao bom-senso, \u00e0 raz\u00e3o e \u00e0 sabedoria n\u00e3o pode deixar d\u00favidas quanto \u00e0 sua origem, seja qual for o nome com que se mascare o Esp\u00edrito;<\/p>\n\n\n\n 8.\u00ba \u2500 Os Esp\u00edritos inferiores receiam os que lhes analisam as palavras, desmascaram as torpezas e n\u00e3o se deixam prender por seus sofismas. \u00c0s vezes eles tentam resistir, mas acabam sempre fugindo, quando percebem que s\u00e3o os mais fracos;<\/p>\n\n\n\n 9.\u00ba \u2500 Aquele que em tudo age tendo em vista o bem, eleva-se acima das vaidades humanas, expele do cora\u00e7\u00e3o o ego\u00edsmo, o orgulho, a inveja, o ci\u00fame e o \u00f3dio e perdoa aos seus inimigos, pondo em pr\u00e1tica esta m\u00e1xima do Cristo: \u201cFazei aos outros o que quereis que se vos fa\u00e7a\u201d; simpatiza com os bons Esp\u00edritos, ao passo que os maus o temem e dele se afastam.<\/p>\n\n\n\n Confira os grupos de estudos que existem, tratando da Doutrina Esp\u00edrita, nos quais temos aprendido MUITO. Clique aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n\n
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Obsess\u00e3o [AG]<\/strong>: <\/h2>\n\n\n\n
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Fasc\u00ednio – O Livro dos M\u00e9diuns<\/strong>\u00a0<\/h2>\n\n\n\n
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Possess\u00e3o<\/strong>: <\/h2>\n\n\n\n
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\u201c16. \u2500 Por que n\u00e3o sustentas a impostura em nossa presen\u00e7a? \u2500 Porque minha linguagem \u00e9 uma pedra de toque, com a qual n\u00e3o vos podeis enganar.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n
\u201cDa cren\u00e7a cega e irrefletida na superioridade dos Esp\u00edritos que se comunicam, \u00e0 confian\u00e7a em suas palavras h\u00e1 apenas um passo, assim como acontece entre os homens.\u201d<\/em> – E Kardec vai dar um exemplo muito pr\u00e1tico disso.<\/p>\n\n\n\n
\u201cA subjuga\u00e7\u00e3o havia chegado a um ponto em que se lhe tivessem dito para atirar-se na \u00e1gua ou partir para os ant\u00edpodas <\/em>[outro lado da Terra], ele o teria feito. <\/em>Quando queriam obrig\u00e1-lo a fazer qualquer coisa que lhe repugnava, <\/em>era arrastado por uma for\u00e7a invis\u00edvel<\/em><\/strong>.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n\n
\u201cChegado a esse ponto, nada mais tem o m\u00e9dium a temer<\/strong>. Os bons Esp\u00edritos jamais o deixar\u00e3o. Contudo, ele n\u00e3o deve crer que tenha sempre a verdade e s\u00f3 a verdade. Seja para experiment\u00e1-lo, seja para puni-lo de faltas passadas, seja ainda para castig\u00e1-lo por perguntas ego\u00edsticas ou curiosas, os bons Esp\u00edritos <\/strong>lhe infligem corre\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e morais, <\/em>vindo atorment\u00e1-lo por ordem de Deus.\u201d<\/p>\nRE outubro, 1858 (cita\u00e7\u00f5es das psicografias do Esp\u00edrito fascinado<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n
Em meio a toda essa luta, por\u00e9m, Kardec destaca que era f\u00e1cil reconhecer um outro Esp\u00edrito, bondoso, que lutava para se fazer ouvido<\/em>. Era seu pai, que, em certo momento, escreveu<\/em>: \u201cSim, meu filho, coragem! Sofres uma rude prova, que ser\u00e1 para o teu bem no futuro. Infelizmente, no momento, nada posso fazer para te libertar, e isto muito me custa. Vai ver Allan Kardec; escuta-o, e ele te salvar\u00e1<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n\n
\u201cQuem diz que entre todas essas elucubra\u00e7\u00f5es rid\u00edculas ou perigosas n\u00e3o haver\u00e1 algumas cujos autores s\u00e3o impulsionados por Esp\u00edritos mal\u00e9volos? Tr\u00eas quartas partes de nossas a\u00e7\u00f5es m\u00e1s e de nossos maus pensamentos s\u00e3o frutos dessa sugest\u00e3o oculta.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n
Encerrando, Kardec tece algumas considera\u00e7\u00f5es. Algumas j\u00e1 tratamos recentemente, no que tange \u00e0 linguagem dos Esp\u00edritos e \u00e0s contradi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\nVamos estudar?<\/h2>\n\n\n\n
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