{"id":4819,"date":"2022-01-06T11:21:41","date_gmt":"2022-01-06T14:21:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/?p=4819"},"modified":"2022-01-09T09:28:14","modified_gmt":"2022-01-09T12:28:14","slug":"conferences-en-famille-d-outre-tombe-l-esprit-de-mozart","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/artigos\/uncategorized\/palestras-familiares-de-alem-tumulo-o-espirito-de-mozart\/","title":{"rendered":"La famille parle d&#039;outre-tombe"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4819?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/pdf.png\" alt=\"image_pdf\" title=\"Afficher le PDF\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 32px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 32\/32;\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4819?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Contenu imprim\u00e9\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 32px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 32\/32;\" \/><\/a><\/div>\n<p><strong>Revista esp\u00edrita \u2014 Jornal de estudos psicol\u00f3gicos \u2014 1858 > Maio > Palestras familiares de al\u00e9m-t\u00famulo: o Esp\u00edrito de Mozart<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O compositor <strong>M<\/strong>ozart<\/h2>\n\n\n\n<p>Um dos nossos assinantes enviou-nos as duas entrevistas que se seguem, com o Esp\u00edrito de Mozart. Ignoramos onde e quando se realizaram; n\u00e3o conhecemos o interpelante nem o m\u00e9dium; somos completamente estranhos a tudo isso. Entretanto, \u00e9 not\u00e1vel a perfeita concord\u00e2ncia que h\u00e1 entre as respostas obtidas e as que foram dadas por outros Esp\u00edritos sobre v\u00e1rios pontos capitais da Doutrina, em circunst\u00e2ncias completamente diferentes, quer quanto a n\u00f3s, quer quanto a outras pessoas, e que transcrevemos em n\u00fameros anteriores e no\u00a0<em>Livro dos Esp\u00edritos.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Sobre tal similitude chamamos a aten\u00e7\u00e3o dos nossos leitores, que da mesma tirar\u00e3o a conclus\u00e3o que lhes parecer mais adequada. Aqueles, pois, que ainda pudessem pensar que as respostas \u00e0s nossas perguntas s\u00e3o um reflexo de nossa opini\u00e3o pessoal, ver\u00e3o se neste caso nos foi poss\u00edvel exercer qualquer influ\u00eancia.<br>Felicitamos as pessoas que sustentaram essa conversa\u00e7\u00e3o, pela maneira que as perguntas foram feitas. Apesar de certas falhas que demonstram a inexperi\u00eancia dos interlocutores, em geral s\u00e3o formuladas com ordem, clareza e precis\u00e3o e n\u00e3o fogem \u00e0 linha de seriedade que constitui condi\u00e7\u00e3o essencial para obter boas comunica\u00e7\u00f5es. Os Esp\u00edritos elevados se dirigem \u00e0s pessoas s\u00e9rias que de boa-f\u00e9 desejam esclarecimentos. Os Esp\u00edritos levianos divertem-se com as criaturas fr\u00edvolas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Primeira Conversa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>1. \u2500 Em nome de Deus, Esp\u00edrito de Mozart, estais aqui?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2.\u2500 Por que \u00e9 Mozart e n\u00e3o outro Esp\u00edrito?<\/strong>  <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Foi a mim que evocaste: ent\u00e3o vim.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3.\u2500 Que \u00e9 um m\u00e9dium?<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 O agente que une o meu ao teu Esp\u00edrito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4.\u2500 Quais as modifica\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas e an\u00edmicas que, malgrado seu, sofre o m\u00e9dium ao entrar em a\u00e7\u00e3o de intermedia\u00e7\u00e3o?<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Seu corpo nada sente, mas seu Esp\u00edrito, parcialmente desprendido da mat\u00e9ria, est\u00e1 em comunica\u00e7\u00e3o com o meu, unindo-me a v\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. \u2500 O que se passa nele neste momento?<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Nada com o corpo; apenas uma parte de seu Esp\u00edrito \u00e9 atra\u00edda para mim; fa\u00e7o sua m\u00e3o agir pelo poder que o meu Esp\u00edrito exerce sobre ele.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6.\u2500 Assim, o m\u00e9dium entra em comunica\u00e7\u00e3o com uma individualidade espiritual diferente da sua?<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Por certo. Tu tamb\u00e9m, sem seres m\u00e9dium, est\u00e1s em contato comigo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7.\u2500 Quais os elementos que concorrem para a produ\u00e7\u00e3o deste fen\u00f4meno?<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 A atra\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos, com o fim de instruir os homens; leis de eletricidade f\u00edsica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>8.\u2500 Quais as condi\u00e7\u00f5es indispens\u00e1veis?<\/strong>     <\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 \u00c9 uma faculdade concedida por Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>9.<strong>\u2500 Qual o princ\u00edpio determinante?<\/strong>       <\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 N\u00e3o posso diz\u00ea-lo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>10.\u2500 Poderias revelar-nos as suas leis?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o, n\u00e3o, por enquanto n\u00e3o. Mais tarde tudo sabereis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>11.\u2500 Em que termos positivos poder-se-ia anunciar a f\u00f3rmula sint\u00e9tica deste fen\u00f4meno maravilhoso?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Leis desconhecidas que n\u00e3o poder\u00edeis compreender.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>12.\u2500 Poderia o m\u00e9dium p\u00f4r-se em rela\u00e7\u00e3o com a alma de uma pessoa viva? Em que condi\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500\u00a0Facilmente, se a pessoa estiver adormecida. [1]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>13.\u2500 O que entendes pelo voc\u00e1bulo\u00a0<em>alma?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Centelha divina.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>14. \u2500 E por Esp\u00edrito?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Esp\u00edrito e alma s\u00e3o a mesma coisa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>15.\u2500 Como Esp\u00edrito imortal, a alma tem consci\u00eancia do momento da morte, consci\u00eancia de si mesma ou do\u00a0<em>eu\u00a0<\/em>imediatamente ap\u00f3s a morte?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 A alma nada sabe do passado e n\u00e3o conhece o futuro sen\u00e3o ap\u00f3s a morte do corpo. Ent\u00e3o v\u00ea sua vida pret\u00e9rita e suas \u00faltimas provas; escolhe sua nova expia\u00e7\u00e3o para uma outra exist\u00eancia, bem como a prova a passar. Assim, ningu\u00e9m se deve lamentar do que sofre na Terra, mas deve suport\u00e1-lo com coragem.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>16.\u2500 Depois da morte, acha-se a alma desligada de todo elemento, de todo la\u00e7o terrestre?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 De todo elemento, n\u00e3o. Ela tem ainda um fluido que lhe \u00e9 pr\u00f3prio, que extrai da atmosfera de seu planeta e que representa a apar\u00eancia de sua \u00faltima encarna\u00e7\u00e3o. Os la\u00e7os terrenos nada mais s\u00e3o para ela.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>17.\u2500 Sabe ela de onde vem e para onde vai?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 A resposta d\u00e9cima quinta resolve esta quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>18.\u2500 Nada leva ela consigo daqui de baixo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Nada al\u00e9m da lembran\u00e7a das boas obras, o pesar de suas faltas e o desejo de passar a um mundo melhor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>19.\u2500 Abarca ela num relance retrospectivo o conjunto de sua vida passada?  <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 Sim, para servir \u00e0 sua vida futura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>20.\u2500 Ela entrev\u00ea o objetivo da vida terrena e o seu significado; o sentido desta vida, assim como a import\u00e2ncia do destino que aqui se cumpre, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida futura?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim, ela compreende a necessidade de depura\u00e7\u00e3o para chegar ao infinito; quer purificar-se para atingir os mundos bem-aventurados. Sou feliz, mas ainda n\u00e3o me encontro nos mundos onde se desfruta a vis\u00e3o de Deus!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>21.\u2500 Existe na vida futura uma hierarquia dos Esp\u00edritos? Qual a sua lei?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim. \u00c9 o grau de depura\u00e7\u00e3o que a caracteriza. A bondade e as virtudes s\u00e3o os t\u00edtulos de gl\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>22.\u2500 Como pot\u00eancia progressiva, \u00e9 a intelig\u00eancia que nela determina a marcha ascendente?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 S\u00e3o sobretudo as virtudes, principalmente o amor ao pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>23.\u2500 Uma hierarquia dos Esp\u00edritos faz supor uma hierarquia de resid\u00eancias. Ela existe? Sob que forma?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 A intelig\u00eancia, que \u00e9 dom de Deus, \u00e9 sempre a recompensa das virtudes da caridade e do amor ao pr\u00f3ximo. Os Esp\u00edritos habitam diferentes planetas, conforme o seu grau de perfei\u00e7\u00e3o. Neles desfrutam de maior ou menor felicidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>24.\u2500 Que \u00e9 o que se deve entender por Esp\u00edritos superiores?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Os Esp\u00edritos purificados.<\/p>\n\n\n\n<p>25.\u2500 <strong>Nosso globo terrestre \u00e9 o primeiro desses degraus, o ponto de partida, ou vimos ainda de um ponto inferior?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 H\u00e1 dois globos antes do vosso, que \u00e9 um dos menos perfeitos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>26.\u2500 Qual o mundo que habita<\/strong>s<strong>? Ali \u00e9s feliz?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 J\u00fapiter. Ali desfruto de uma grande calma; amo a todos os que me rodeiam. N\u00e3o temos o \u00f3dio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>27.\u2500 Se tens lembran\u00e7a da vida terrena, deves recordar-te do casal A&#8230;, de Viena. J\u00e1 os viste a ambos depois de tua morte? Em que mundo e em que condi\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o sei onde se encontram. N\u00e3o te posso dizer. Um \u00e9 mais feliz que o outro. Por que me falas deles?<\/p>\n\n\n\n<p>28.\u2500 <strong>Por uma \u00fanica palavra, indicativa de um fato capital de tua vida, e que n\u00e3o poder\u00e1s ter esquecido, podes fornecer-me uma prova certa dessa recorda\u00e7\u00e3o. <br>Concito-te a dizer tal palavra.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Amor; reconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Segunda Conversa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 o mesmo o interlocutor. Parece, pela natureza da conversa, que se trata de um m\u00fasico, feliz por se entreter com um mestre. Depois de diversas perguntas, que nos parece in\u00fatil reproduzir, diz Mozart:<\/p>\n\n\n\n<p>1. \u2500 Acabemos com as perguntas de G&#8230; Falarei contigo. Dir-te-ei o que em nosso mundo entendemos por melodia. Por que n\u00e3o me evocaste mais cedo? Ter-te-ia respondido.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. \u2500 O que \u00e9 a melodia?<\/strong><br>\u2500 Para ti \u00e9 muitas vezes uma lembran\u00e7a da vida passada; teu Esp\u00edrito recorda aquilo que entreviu num mundo melhor. No planeta J\u00fapiter, onde habito, h\u00e1 melodia em toda parte: no murm\u00fario das \u00e1guas, no ciciar das folhas, no\u00a0<em>canto do vento;\u00a0<\/em>as flores rumorejam e cantam; tudo produz sons melodiosos. S\u00ea bom e alcan\u00e7a este planeta por tuas virtudes. Bem escolheste, cantando Deus. A m\u00fasica religiosa auxilia a eleva\u00e7\u00e3o da alma. Como eu gostaria de vos poder inspirar o desejo de ver este mundo onde somos t\u00e3o felizes! Aqui somos todos muito caridosos; tudo \u00e9 belo! a Natureza t\u00e3o admir\u00e1vel! Tudo nos inspira o desejo de estar com Deus. Coragem! Coragem! Acreditai em minha comunica\u00e7\u00e3o esp\u00edrita. Sou eu mesmo que aqui me encontro. Desfruto do poder de vos dizer aquilo que experimentamos. Pudesse eu inspirar-vos bastante o amor ao bem, a fim de vos tornardes dignos dessa recompensa, que nada \u00e9 em compara\u00e7\u00e3o com outras a que aspiro!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. \u2500 Nossa m\u00fasica \u00e9 a mesma em outros planetas? <\/strong>                                                                                \u2500 N\u00e3o. Nenhuma m\u00fasica vos pode dar uma ideia da que temos aqui. Ela \u00e9 divina! \u00d3 felicidade! Procura merecer o gozo de semelhantes harmonias; luta; tem coragem! Aqui n\u00e3o temos instrumentos: s\u00e3o as plantas e os p\u00e1ssaros os coristas. O pensamento comp\u00f5e e os ouvintes gozam sem audi\u00e7\u00e3o material, sem o concurso da palavra, e isto a uma dist\u00e2ncia incomensur\u00e1vel. Nos mundos superiores isto \u00e9 ainda mais sublime.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. \u2500 Qual a dura\u00e7\u00e3o da vida de um Esp\u00edrito encarnado em outro planeta que n\u00e3o o nosso? <\/strong>                  \u2500 Curta nos planetas inferiores; mais longa nos mundos como este onde tenho a felicidade de estar. Em J\u00fapiter ela \u00e9, em m\u00e9dia, de trezentos a quinhentos anos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. \u2500 Haver\u00e1 grande vantagem em voltar a habitar a Terra?<\/strong>                                                                    \u2500 N\u00e3o, a n\u00e3o ser que estejamos em miss\u00e3o, porque ent\u00e3o avan\u00e7amos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6. \u2500 N\u00e3o ser\u00edamos mais felizes se fic\u00e1ssemos como Esp\u00edrito? <\/strong>                                                                \u2500 N\u00e3o, n\u00e3o! Ficar\u00edamos estacion\u00e1rios. Pedimos a reencarna\u00e7\u00e3o a fim de avan\u00e7armos para Deus.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7. \u2500 \u00c9 a primeira vez que me encontro na Terra?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 N\u00e3o. Mas n\u00e3o posso falar do passado de teu Esp\u00edrito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>8. \u2500 Poderia eu ver-te em sonho?<\/strong>           <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Se Deus o permitir, far-te-ei ver em sonho a minha habita\u00e7\u00e3o, da qual guardar\u00e1s lembran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>9<strong>. \u2500 Onde te achas aqui?<\/strong>   <\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 Entre ti e tua filha. Vejo-te. Estou sob a forma que tinha quando vivo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>10. \u2500 Poderia eu ver-te?<\/strong>                                        <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim. Cr\u00ea e ver\u00e1s. Se tivesses mais f\u00e9, ser-nos-ia permitido dizer-te por qu\u00ea. Tua pr\u00f3pria profiss\u00e3o constitui uma liga\u00e7\u00e3o entre n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image is-style-default\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/mozart.jpeg\" alt=\"Mozart\" class=\"wp-image-4824\" width=\"512\" height=\"342\" srcset=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/mozart.jpeg 1024w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/mozart-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/mozart-768x512.jpeg 768w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/mozart-150x100.jpeg 150w, https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/mozart-696x464.jpeg 696w\" sizes=\"(max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><figcaption>Wolfgang Amadeus Mozart foi um influente compositor austr\u00edaco do per\u00edodo cl\u00e1ssico que desencarnou aos 35 anos. Mozart mostrou uma habilidade musical prodigiosa desde sua inf\u00e2ncia.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>11. \u2500 Como entraste aqui?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 O Esp\u00edrito atravessa tudo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>12. \u2500 Ainda te achas muito longe de Deus?<\/strong>   <\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 Oh! Sim!<\/p>\n\n\n\n<p>1<strong>3. \u2500 Compreendes melhor que n\u00f3s o que \u00e9 a eternidade?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 Sim, sim. No corpo n\u00e3o a podeis compreender.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>14. \u2500 Que entendes por Universo? Houve um come\u00e7o e haver\u00e1 um fim? <\/strong>   <\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 Segundo pensais, o Universo \u00e9 a vossa Terra. Insensatos! O Universo n\u00e3o teve come\u00e7o nem ter\u00e1 fim. Pensai que ele \u00e9 inteiramente obra de Deus. O Universo \u00e9 o infinito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>15. \u2500 Que devo fazer para me acalmar? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 N\u00e3o te preocupes tanto com o corpo. Tens o Esp\u00edrito perturbado. Resiste a essa tend\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>16. \u2500 Que \u00e9 essa perturba\u00e7\u00e3o?<\/strong>  <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Temes a morte.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>17.\u2500 Que fazer para n\u00e3o tem\u00ea-la?<\/strong>           <\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 Crer em Deus. Sobretudo crer que Deus n\u00e3o priva a fam\u00edlia de um pai\u00a0<em>\u00fatil<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>18.\u2500 Como alcan\u00e7ar essa calma?<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p> \u2500 Pela vontade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>19.\u2500 Onde haurir essa vontade?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Desvia o teu pensamento disso pelo trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>20. &#8211; Que devo fazer para apurar a minha habilidade?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Podes evocar-me. Eu obtive a permiss\u00e3o de te inspirar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>21.\u2500 Quando eu estiver trabalhando?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Certamente! Quando quiseres trabalhar, por vezes estarei ao teu lado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>22.\u2500 Ouvir\u00e1s a minha obra? (Uma obra musical do interpelante).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 \u00c9s o primeiro m\u00fasico que me evoca. Venho a ti com prazer e escuto as tuas obras.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>23.\u2500 Como \u00e9 que n\u00e3o te evocaram?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Fui evocado, mas n\u00e3o por m\u00fasicos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>24.\u2500 Por quem?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Por v\u00e1rias senhoras e amadores em Marselha.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>25.\u2500 Por que a Ave-Maria me comove at\u00e9 \u00e0s l\u00e1grimas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Teu Esp\u00edrito se desprende, junta-se ao meu e ao de Pergolese, que me inspirou aquela obra, mas eu esqueci aquele trecho.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>26.\u2500 Como pudeste esquecer a m\u00fasica composta por ti mesmo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 A que tenho aqui \u00e9 t\u00e3o linda! Como recordar aquilo que era s\u00f3 mat\u00e9ria?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>27. \u2500 V\u00eas minha m\u00e3e?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Ela est\u00e1 reencarnada na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>28.\u2500 Em que corpo?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Nada posso dizer a respeito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>29.\u2500 E meu pai?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Est\u00e1 errante, para ajudar no bem. Far\u00e1 tua m\u00e3e progredir. Reencarnar\u00e3o juntos e ser\u00e3o felizes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>30.\u2500 Ele me vem ver?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Muitas vezes. A ele deves os teus impulsos caritativos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>31.\u2500 Foi minha m\u00e3e que pediu para reencarnar?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim. Ela tinha grande vontade de reencarnar, a fim de progredir, por uma nova prova, e entrar num mundo superior \u00e0 Terra. J\u00e1 deu um passo imenso.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>32.\u2500 Que queres dizer com isso?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Ela resistiu a todas as tenta\u00e7\u00f5es. Sua vida na Terra foi sublime em compara\u00e7\u00e3o com seu passado, que foi o de um Esp\u00edrito inferior. Assim subiu v\u00e1rios degraus.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>33.\u2500 Ent\u00e3o ela havia escolhido uma prova acima de suas for\u00e7as? <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim, isto mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>34.\u2500 Quando eu sonho que a vejo, \u00e9 a ela mesmo que eu vejo?<\/strong>        <\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim, sim.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>35.\u2500 Se tivessem evocado Bichat [2] no dia da inaugura\u00e7\u00e3o de sua est\u00e1tua, teria ele respondido? Ele estava l\u00e1?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Sim, estava; e eu tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>36.\u2500 Por que estavas l\u00e1?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Como v\u00e1rios outros Esp\u00edritos que apreciam o bem e que se sentem felizes quando glorificais aqueles que se preocupam com a Humanidade sofredora.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>37.\u2500 Obrigado, Mozart. Adeus.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u2500 Acreditai-me; acreditai que estou aqui&#8230; Sou feliz&#8230; Crede que h\u00e1 mundos acima do vosso&#8230; Crede em Deus&#8230; Evocai-me mais frequentemente, em companhia de m\u00fasicos. Sentir-me-ei feliz em vos instruir, contribuir para o vosso progresso e vos ajudar a subir para Deus. Evocai-me. Adeus.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Legenda:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>[1] Se uma pessoa viva for evocada em estado de vig\u00edlia, pode adormecer no momento da evoca\u00e7\u00e3o ou, pelo menos, sofrer um entorpecimento e uma suspens\u00e3o das faculdades sensitivas. Muitas vezes, entretanto, a evoca\u00e7\u00e3o nada produz, sobretudo se n\u00e3o for feita com inten\u00e7\u00e3o s\u00e9ria e benevolente.<\/p>\n\n\n\n<p>[2] Marie Fran\u00e7ois Xavier Bichat foi um anatomista e fisiologista franc\u00eas. Bichat \u00e9 melhor lembrado como o pai da moderna histologia e patologia dos tecidos. Apesar do fato de ele ter trabalhado sem um microsc\u00f3pio, ele foi capaz de fazer avan\u00e7ar significativamente a compreens\u00e3o do corpo humano.<\/p>\n<div class=\"fb-background-color\">\n\t\t\t  <div \n\t\t\t  \tclass = \"fb-comments\" \n\t\t\t  \tdata-href = \"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/fr\/artigos\/uncategorized\/palestras-familiares-de-alem-tumulo-o-espirito-de-mozart\/\"\n\t\t\t  \tdata-numposts = \"10\"\n\t\t\t  \tdata-lazy = \"true\"\n\t\t\t\tdata-colorscheme = \"light\"\n\t\t\t\tdata-order-by = \"social\"\n\t\t\t\tdata-mobile=true>\n\t\t\t  <\/div><\/div>\n\t\t  <style>\n\t\t    .fb-background-color {\n\t\t\t\tbackground: #ffffff !important;\n\t\t\t}\n\t\t\t.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {\n\t\t\t    width: 100% !important;\n\t\t\t}\n\t\t  <\/style>\n\t\t  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revista esp\u00edrita \u2014 Jornal de estudos psicol\u00f3gicos \u2014 1858 > Maio > Palestras familiares de al\u00e9m-t\u00famulo: o Esp\u00edrito de Mozart O compositor Mozart Um dos nossos assinantes enviou-nos as duas entrevistas que se seguem, com o Esp\u00edrito de Mozart. 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