{"id":8255,"date":"2024-02-16T11:49:59","date_gmt":"2024-02-16T14:49:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/?p=8255"},"modified":"2024-07-03T20:51:41","modified_gmt":"2024-07-03T23:51:41","slug":"condesa-paula-cielo-e-infierno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/es\/articulos-2\/diverso-2\/condesa-paula-cielo-e-infierno\/","title":{"rendered":"El esp\u00edritu de la condesa Paula y las viviendas a\u00e9reas"},"content":{"rendered":"
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<\/a><\/div>\nMuita gente usa o caso desse Esp\u00edrito, da Condessa Paula, apresentado em O C\u00e9u e o Inferno, para dar base \u00e0s suas teorias de “cidades astrais”.<\/p>\n\n\n\n
\nO que s\u00e3o os vossos pal\u00e1cios e os vossos sal\u00f5es dourados ante as moradas a\u00e9reas, o vasto campo do espa\u00e7o matizado de cores que fariam empalidecer o arco-\u00edris? Que s\u00e3o os vossos passeios passo a passo nos parques, ante a viagens atrav\u00e9s da imensid\u00e3o, mais r\u00e1pidas do que o rel\u00e2mpago? O que s\u00e3o os vossos horizontes limitados e carregados de nuvens, ante o grandioso espet\u00e1culo dos mundos a se moverem no universo sem limites, sob a poderosa m\u00e3o do Alt\u00edssimo?<\/p>\n\n\n\n
Como os vossos concertos mais melodiosos s\u00e3o tristes e ruidosos, ante esta harmonia que faz vibrar os fluidos do \u00e9ter e todas as fibras da alma? Como as vossas grandes alegrias s\u00e3o tristes e ins\u00edpidas ante a inef\u00e1vel sensa\u00e7\u00e3o de felicidade que incessantemente satura o nosso ser \u00e0 maneira de um efl\u00favio benfazejo, sem nenhuma mescla de inquieta\u00e7\u00e3o, nenhuma preocupa\u00e7\u00e3o, nenhum sofrimento! Aqui tudo respira amor e confian\u00e7a e sinceridade. Por toda parte cora\u00e7\u00f5es amantes, por toda parte vemos amigos, nada de invejosos e ciumentos. Esse \u00e9 o mundo em que me encontro, meu amigo, e todos v\u00f3s o atingireis infalivelmente seguindo o caminho certo.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n
Infelizmente, muitos param nas leituras dos pontos que lhes interessam. Quando o Esp\u00edrito fala em “moradas a\u00e9reas”, pronto, isso j\u00e1 \u00e9 suficiente para afirmarem que ela falava das cidades espirituais! A que ponto levam os vieses adotados com pressa…<\/p>\n\n\n\n
Logo em seguida \u00e0 cita\u00e7\u00e3o de “moradas a\u00e9reas”, ele continua: <\/p>\n\n\n\n
\n[…] o vasto campo do espa\u00e7o<\/strong> matizado de cores que fariam empalidecer o arco-\u00edris? Que s\u00e3o os vossos passeios passo a passo nos parques, ante a viagens atrav\u00e9s da imensid\u00e3o, mais r\u00e1pidas do que o rel\u00e2mpago<\/strong>? O que s\u00e3o os vossos horizontes limitados e carregados de nuvens, ante o grandioso espet\u00e1culo dos mundos a se moverem no universo sem limites<\/strong>, sob a poderosa m\u00e3o do Alt\u00edssimo?<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n
Esse Esp\u00edritos est\u00e1 falando do Espa\u00e7o<\/strong>! N\u00e3o est\u00e1 falando de cidades astrais, mas do Espa\u00e7o<\/strong>! “Moradas a\u00e9res” \u00e9 uma linguagem figurada para dizer do Espa\u00e7o, “acima” de n\u00f3s!<\/p>\n\n\n\n
Ela continua:<\/p>\n\n\n\n
\nEntretanto uma felicidade uniforme logo aborreceria. N\u00e3o penses que a nossa felicidade esteja livre de vicissitudes. N\u00e3o se trata de um concerto perp\u00e9tuo, nem de uma festa sem fim, nem de beat\u00edfica contempla\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da eternidade<\/strong>. N\u00e3o. \u00c9 o movimento, a vida, a atividade<\/strong>. As ocupa\u00e7\u00f5es, embora isentas de fadigas, apresentam incessante variedade de aspectos e de emo\u00e7\u00f5es, pelos mil incidentes que as continham. Cada qual tem a sua miss\u00e3o a cumprir, seus protegidos a assistir, amigos da Terra a visitar, processos da Natureza a dirigir, almas sofredoras a consolar<\/strong>. H\u00e1 um vaiv\u00e9m, n\u00e3o de uma rua para outra, mas de um mundo para outro<\/strong>. As criaturas se re\u00fanem, se separam para novamente se juntarem; encontram-se aqui e ali, conversam sobre o que fazem, felicitam-se pelos sucessos obtidos; entendem-se, assistem-se mutuamente nos casos dif\u00edceis. Enfim, asseguro-te que ningu\u00e9m disp\u00f5e de um segundo de tempo para se enfadar.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n
O que existe “do lado de l\u00e1”, para os Esp\u00edritos desapegados, \u00e9 a atua\u00e7\u00e3o na cria\u00e7\u00e3o divina! \u00c9 o tr\u00e2nsito pelo Espa\u00e7o infinito, onde se re\u00fanem, aqui e ali, com outros Esp\u00edritos, para atuar nos processos da Natureza, no consolo \u00e0s almas sofredoras, encarnadas e desencarnadas! \u00c9 isso, e n\u00e3o uma vida limitada por paredes e falsas necessidades fisiol\u00f3gicas!<\/p>\n\n\n\n
Confira uma abordagem mais completa no artigo Umbral e a base doutrin\u00e1ria<\/a>.<\/p>\n
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