{"id":6172,"date":"2022-05-10T13:38:07","date_gmt":"2022-05-10T16:38:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/?p=6172"},"modified":"2022-05-10T13:38:12","modified_gmt":"2022-05-10T16:38:12","slug":"las-ilusiones-de-un-espiritu-pegado-a-las-riquezas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/es\/articulos-2\/diverso-2\/las-ilusiones-de-un-espiritu-pegado-a-las-riquezas\/","title":{"rendered":"Las ilusiones de un esp\u00edritu apegado a la riqueza"},"content":{"rendered":"
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Extra\u00eddo da obra “Instru\u00e7\u00f5es psicof\u00f4nicas”, de Chico Xavier.<\/p>\n\n\n\n


O irm\u00e3o \u201cF\u201d nome pelo qual passaremos a designar o companheiro, cuja mensagem vamos transcrever, foi na Terra grande banqueiro. Certamente n\u00e3o foi um criminoso, na acep\u00e7\u00e3o comum do termo, mas, pelo conte\u00fado espiritual de suas manifesta\u00e7\u00f5es, parece haver sido um desses homens \u201cnem frios, nem quentes\u201d, do s\u00edmbolo evang\u00e9lico, que, trazendo a mente amornada na ideia do ouro, durante a exist\u00eancia na carne, ficou por ela dominado em seus primeiros tempos, al\u00e9m da morte.<\/em>“<\/p>\n\n\n\n

“[…] Conturbado e aflito, senti necessidade da confiss\u00e3o. Afinal, eu era um cat\u00f3lico que relaxara a pr\u00f3pria f\u00e9. Sem que ningu\u00e9m me escutasse os apelos, pedi a presen\u00e7a de um padre. Avancei para o confession\u00e1rio e pus-me de joelhos, mas, em poucos momentos, o confession\u00e1rio convertia-se para mim num guich\u00ea de banco. Sobressaltado, ergui meus olhos para o altar. O altar, por\u00e9m, transformara-se em cofre forte. Intentei consolar-me com a vis\u00e3o do missal, mas o livro do culto, de repente, surgiu metamorfoseado num velho livro de minha propriedade, em que eu lan\u00e7ava, \u00e0s ocultas, as minhas notas de rendimento real. Diligenciei isolar-me. Temia a loucura completa. Ainda assim, levantei meu olhar para a imagem da Virgem Maria. Naturalmente, ela teria pena de mim, contudo, ante a minha aten\u00e7\u00e3o, a imagem reduziu-se a uma joia de alto pre\u00e7o… Fez-se toda de ouro, de ouro puro…<\/p>

[…]<\/p>

Demandei uma caixa d’\u00e1gua que me era familiar no alto do bairro de Santo Ant\u00f4nio. A \u00e1gua, ali, corria em jorros. Podia debru\u00e7ar-me… Podia beber como se eu fora um animal e, prostrado, n\u00e3o mais de joelhos, mas de rastros, imploraria a gra\u00e7a de Deus. Achei a \u00e1gua corrente, a \u00e1gua l\u00edmpida visitada pela luz do sol e estireime no ch\u00e3o… Mas, no momento preciso em que meus l\u00e1bios sequiosos tocaram o l\u00edquido puro, apenas o ouro, o ouro apareceu… Reconheci haver descido \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de um alienado mental. Lembrei-me, ent\u00e3o, de velho amigo… C\u00edcero Pereira… C\u00edcero era esp\u00edrita e, por esse motivo, tornou-se para mim algu\u00e9m que eu supunha, em minha triste cegueira, haver deixado na retaguarda da loucura. Bastou a recorda\u00e7\u00e3o para que a voz dele se me fizesse ouvida. Acudia-me ao chamado. Amparou-me. Conversou comigo […]<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

Um \u00f3timo exemplo de que n\u00e3o se pode tomar cegamente as comunica\u00e7\u00f5es de um Esp\u00edrito como se fossem a express\u00e3o da verdade. Imaginem se esse Esp\u00edrito, sendo levado a uma reuni\u00e3o de aux\u00edlio espiritual, contasse apenas a parte da ilus\u00e3o em quest\u00e3o e as pessoas desavisadas sa\u00edssem afirmando que, no mundo dos Esp\u00edritos, existe ouro…<\/p>\n

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