{"id":7810,"date":"2023-10-15T16:29:09","date_gmt":"2023-10-15T19:29:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/?p=7810"},"modified":"2023-11-09T10:40:54","modified_gmt":"2023-11-09T13:40:54","slug":"the-heaven-and-hell-and-the-esdruxula-campaign-of-the-csi-of-spiritism-and-of-the-spiritual-light-portal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/en\/artigos\/assuntos-diversos\/o-ceu-e-o-inferno-e-a-esdruxula-campanha-do-csi-do-espiritismo-e-do-portal-luz-espirita\/","title":{"rendered":"Heaven and Hell and the strange campaign of the CSI of Spiritism and the Portal Luz Esp\u00edrita"},"content":{"rendered":"
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<\/a><\/div>\nO portal Luz Esp\u00edrita, sustentado por pesquisas enviesadas<\/a> de Carlos Seth e outros, continua fazendo uma “campanha esdr\u00faxula”1<\/a><\/sup> contra aqueles que concluem diferentemente deles, baseados em pilhas de evid\u00eancias que eles escolhem desconsiderar. Not\u00f3rio dizer que, “do lado de c\u00e1”, longe de descartarmos as evid\u00eancias por eles encontradas, apenas verificamos que elas n\u00e3o provam a impossibilidade de que as adultera\u00e7\u00f5es tenham ocorrido. Tudo o que eles t\u00eam s\u00e3o evid\u00eancias de que Kardec havia iniciado a produ\u00e7\u00e3o de novas edi\u00e7\u00f5es de O C\u00e9u e o Inferno e A G\u00eanese, mas n\u00e3o que ele as tenha conclu\u00eddo nem que as obras impressas ap\u00f3s sua morte n\u00e3o tenham sofrido altera\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, n\u00e3o fazem o principal: explicar as diferen\u00e7as absurdas, n\u00e3o anunciadas e mesmo contradit\u00f3rias entre uma edi\u00e7\u00e3o e outra.<\/p>\n\n\n\n A quest\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o desejamos obter o monop\u00f3lio do bom-senso e da verdade, coisa que eles insistem em fazer<\/a>, sem que tentem fazer o que mais importa: explicar o motivo das diferen\u00e7as grotescas entre as edi\u00e7\u00f5es em quest\u00e3o. Colocamos, por exemplo, algumas diferen\u00e7as entre a quarta edi\u00e7\u00e3o de O C\u00e9u e o Inferno, registrada ap\u00f3s a morte de Kardec, e a terceira edi\u00e7\u00e3o (igual \u00e0 primeira). Respectivamente:<\/p>\n\n\n\n Registrada ap\u00f3s a morte de Kardec.<\/strong><\/p>\n\n\n\n 7.\u00ba \u2014 O Esp\u00edrito sofre pelo pr\u00f3prio mal que fez, de maneira que sua aten\u00e7\u00e3o estando incessantemente concentrada nas consequ\u00eancias desse mal, ele compreenda melhor seus inconvenientes e seja motivado a corrigir-se.<\/p>\n\n\n\n 8.\u00ba \u2014 Sendo a justi\u00e7a de Deus infinita, \u00e9 mantida uma conta rigorosa do bem e do mal; se n\u00e3o h\u00e1 uma \u00fanica m\u00e1 a\u00e7\u00e3o, um \u00fanico mau pensamento que n\u00e3o tenha suas consequ\u00eancias fatais, n\u00e3o h\u00e1 uma \u00fanica boa a\u00e7\u00e3o, um \u00fanico bom movimento da alma, o mais leve m\u00e9rito, numa palavra, que seja perdido, mesmo nos mais perversos, porque \u00e9 um come\u00e7o de progresso.<\/p>\n\n\n\n 9.\u00ba \u2014 Toda falta cometida, todo mal realizado, \u00e9 uma d\u00edvida contra\u00edda que deve ser paga; se n\u00e3o o for numa exist\u00eancia, s\u00ea-lo-\u00e1 na seguinte ou nas seguintes, porque todas as exist\u00eancias s\u00e3o solid\u00e1rias umas das outras. Aquele que a quita na exist\u00eancia presente n\u00e3o ter\u00e1 de pagar uma segunda vez.<\/p>\n\n\n\n 10.\u00ba \u2014 O Esp\u00edrito sofre a pena de suas imperfei\u00e7\u00f5es, seja no mundo espiritual, seja no mundo corporal. Todas as mis\u00e9rias, todas as vicissitudes que suportamos na vida corporal s\u00e3o decorrentes de nossas imperfei\u00e7\u00f5es, expia\u00e7\u00f5es de faltas cometidas, seja na exist\u00eancia presente, seja nas precedentes.<\/em><\/p>\nO C\u00e9u e o Inferno, 4.\u00aa edi\u00e7\u00e3o.<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n O item 10 \u00e9, talvez, a maior prova da adultera\u00e7\u00e3o<\/a> (clique para ler o artigo).<\/p>\n\n\n\n Publicada e registrada por Allan Kardec<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n Cap\u00edtulo VIII \u2014 As penas futuras segundo o Espiritismo<\/p>\n\n\n\n 7. Sendo a justi\u00e7a de Deus infinita, \u00e9 mantida uma conta rigorosa do bem e do mal; se n\u00e3o h\u00e1 uma \u00fanica m\u00e1 a\u00e7\u00e3o, um \u00fanico mau pensamento que n\u00e3o tenha suas consequ\u00eancias fatais, n\u00e3o h\u00e1 uma \u00fanica boa a\u00e7\u00e3o, nem um \u00fanico bom movimento da alma \u2014 em suma, o mais singelo m\u00e9rito \u2014 que seja perdido, mesmo nos mais perversos, porque \u00e9 um come\u00e7o de progresso.<\/p>\n\n\n\n 8. A dura\u00e7\u00e3o do castigo est\u00e1 subordinada ao aperfei\u00e7oamento do esp\u00edrito culpado. Nenhuma condena\u00e7\u00e3o por um tempo determinado \u00e9 pronunciada contra ele. O que Deus exige para p\u00f4r fim aos sofrimentos \u00e9 o arrependimento, a expia\u00e7\u00e3o e a repara\u00e7\u00e3o \u2014 em resumo: um aperfei\u00e7oamento s\u00e9rio, efetivo, assim como um retorno sincero ao bem. <\/p>\n\n\n\n O esp\u00edrito \u00e9, assim, sempre o \u00e1rbitro de seu pr\u00f3prio destino; ele pode prolongar seus sofrimentos por seu endurecimento no mal, alivi\u00e1-los ou abrevi\u00e1-los por seus esfor\u00e7os para fazer o bem. Uma condena\u00e7\u00e3o por um tempo determinado qualquer teria o duplo inconveniente de ou continuar a atingir o esp\u00edrito que se houvesse aperfei\u00e7oado, ou cessar quando ele ainda estivesse no mal. Deus, que \u00e9 justo, pune o mal enquanto este existe; e encerra a puni\u00e7\u00e3o quando o mal n\u00e3o existe mais. Assim se acha confirmada esta express\u00e3o: Eu n\u00e3o quero a morte do pecador, mas que ele viva, e eu o acusarei AT\u00c9 QUE ELE SE ARREPENDA.<\/p>\n\n\n\n 9. Estando a dura\u00e7\u00e3o do castigo subordinada ao arrependimento, resulta da\u00ed que o esp\u00edrito culpado que n\u00e3o se arrependesse e jamais se aperfei\u00e7oasse sofreria sempre, e que, para ele, a pena seria eterna. A eternidade das penas deve ent\u00e3o ser entendida no sentido relativo, e n\u00e3o no sentido absoluto.<\/p>\nO C\u00e9u e o Inferno, 1.\u00aa a 3.\u00aa edi\u00e7\u00f5es.<\/a><\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n Podemos notar uma diferen\u00e7a gritante entre as edi\u00e7\u00f5es. Da mesma forma, a quinta edi\u00e7\u00e3o de A G\u00eanese cont\u00e9m altera\u00e7\u00f5es inexplic\u00e1veis entre a edi\u00e7\u00e3o publicada por Allan Kardec e a edi\u00e7\u00e3o registrada quase tr\u00eas anos ap\u00f3s sua morte.<\/p>\n\n\n\n J\u00e1 abordamos o tema v\u00e1rias vezes. Aqueles mencionados anteriormente n\u00e3o poupam palavras e termos depreciativos para tentar lan\u00e7ar descr\u00e9dito por aqueles que concluem diferentemente deles. N\u00f3s, portanto, fazemos a nossa parte, baseados em fartas evid\u00eancias, e com a certeza de que a outra parte nunca se dedicou a ler e refletir com calma sobre todas elas. N\u00e3o dizemos: “esta \u00e9 a verdade final”, mas dizemos: “n\u00e3o se deixem guiar por quem tente tomar o monop\u00f3lio da verdade”. <\/p>\n\n\n\n \u00c9 interessante notar como os textos da outra parte s\u00e3o sempre apaixonados<\/em>, isto \u00e9, carregam uma grande nota de emo\u00e7\u00e3o e de raiva ou inveja aparentes. Isso j\u00e1 denota uma urg\u00eancia por provocar a cren\u00e7a por outros meios, que n\u00e3o os da raz\u00e3o. Ali\u00e1s, nesse af\u00e3 de dominar a verdade, Carlos Seth j\u00e1 cometeu gafes t\u00e3o banais como querer dizer que falar em Espiritualismo Racional seria trazer uma divis\u00e3o para o meio esp\u00edrita<\/a>.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 ainda mais interessante notar que eles nunca<\/strong> mencionam o nome de Paulo Henrique de Figueiredo, nem trazem suas evid\u00eancias e seus argumentos para a discuss\u00e3o. Apenas se limitam a dizer que eles j\u00e1 refutaram tudo \u2014 ao que discordamos profundamente. Fazem o mesmo com a Simoni Privato, embora ainda citem seu nome.<\/p>\n\n\n\n Bem, sem buscar prolongar esse assunto de maneira cansativa, agradecemos sempre a livre propaganda que eles mesmos fazem contra as ideias que n\u00e3o podem aceitar. <\/p>\nQuarta edi\u00e7\u00e3o de O C\u00e9u e o Inferno<\/h2>\n\n\n\n
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Terceira edi\u00e7\u00e3o de O C\u00e9u e o Inferno<\/h2>\n\n\n\n
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N\u00e3o poupamos esfor\u00e7os<\/h2>\n\n\n\n