{"id":5387,"date":"2022-03-15T21:58:14","date_gmt":"2022-03-16T00:58:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/?p=5387"},"modified":"2022-03-15T22:02:23","modified_gmt":"2022-03-16T01:02:23","slug":"contradictions-in-the-language-of-spirits","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/en\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/contradicoes-na-linguagem-dos-espiritos\/","title":{"rendered":"Contradictions in the language of spirits"},"content":{"rendered":"<div class=\"pdfprnt-buttons pdfprnt-buttons-post pdfprnt-top-right\"><a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5387?print=pdf\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-pdf\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/pdf.png\" alt=\"image_pdf\" title=\"View PDF\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 32px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 32\/32;\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5387?print=print\" class=\"pdfprnt-button pdfprnt-button-print\" target=\"_blank\" ><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/wp-content\/plugins\/pdf-print\/images\/print.png\" alt=\"image_print\" title=\"Print Content\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 32px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 32\/32;\" \/><\/a><\/div>\n<p>Esse artigo tece um complemento importante ao artigo &#8220;Esp\u00edritos impostores &#8211; O falso padre Ambr\u00f3sio&#8221;, de Julho de 1858, o qual nos serviu de base para o artigo chamado &#8220;<strong>O papel do pesquisador e do m\u00e9dium nas comunica\u00e7\u00f5es com os Esp\u00edritos<\/strong>&#8220;. <a href=\"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/o-papel-do-pesquisador-e-do-medium-nas-comunicacoes-com-os-espiritos\/\" data-type=\"post\" data-id=\"5209\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Clique aqui<\/a> para ler.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa edi\u00e7\u00e3o, Kardec inicia abordando o problema de certas contradi\u00e7\u00f5es nas comunica\u00e7\u00f5es esp\u00edritas: \u201c<em>\u00c0 primeira vista essas contradi\u00e7\u00f5es parecem realmente uma das principais pedras de trope\u00e7o da <\/em><strong><em>Ci\u00eancia Esp\u00edrita<\/em><\/strong>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-amber-background-color has-background\"><strong>Lembrando que o Espiritismo \u00e9 uma ci\u00eancia, e n\u00e3o uma religi\u00e3o, por alguns fatores:<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"has-luminous-vivid-amber-background-color has-background wp-block-list\"><li>Ele \u00e9 um desenvolvimento do Espiritualismo Racional[<a href=\"#nota-1\" data-type=\"internal\" data-id=\"#nota-1\">1<\/a>]<\/li><li>Ele \u00e9, objetivamente, uma ci\u00eancia positiva &#8211; express\u00e3o sempre usada por Kardec \u2013 no sentido de um conhecimento formado a partir dos m\u00e9todos de observa\u00e7\u00e3o e experimenta\u00e7\u00e3o dos fatos. <\/li><li>Ele somente pode ser visto como religi\u00e3o do ponto de vista da religi\u00e3o natural, conforme abordada pelo ER, e o aspecto \u201cmoral\u201d vem justamente sob essa mesma origem!<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Kardec destaca que toda ci\u00eancia, em seu in\u00edcio, tem suas contradi\u00e7\u00f5es, que somente v\u00e3o sumindo conforme essa ci\u00eancia se desenvolve e se passa a entender aquilo que, antes, n\u00e3o se entendia.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><em>\u201cAli\u00e1s, os Esp\u00edritos sempre nos disseram que n\u00e3o nos inquiet\u00e1ssemos com essas pequenas diverg\u00eancias e que em pouco tempo todos seriam levados \u00e0 unidade de cren\u00e7a. Com efeito, esta predi\u00e7\u00e3o se realiza diariamente, \u00e0 medida que mais e mais penetramos nas causas desses fen\u00f4menos misteriosos e que os fatos s\u00e3o mais bem observados. J\u00e1 as dissid\u00eancias manifestadas na origem tendem evidentemente a um enfraquecimento. Pode-se mesmo dizer que atualmente n\u00e3o passam de opini\u00f5es pessoais isoladas[<a href=\"#nota-2\" data-type=\"internal\" data-id=\"#nota-2\">2<\/a>].\u201d<\/em><\/p><p>\u201c<strong><em>Embora o Espiritismo esteja na Natureza e tenha sido conhecido e praticado desde a mais alta Antiguidade, \u00e9 um fato que em nenhuma outra \u00e9poca foi t\u00e3o universalmente espalhado quanto em nossos dias<\/em><\/strong><em>.<\/em><\/p><p><em>[&#8230;]<\/em><\/p><p><em>Estava reservado ao nosso s\u00e9culo, no qual o progresso recebe um impulso incessante, trazer \u00e0 plena luz uma ci\u00eancia que, por assim dizer, <\/em><strong><em>apenas existia em estado latente<\/em><\/strong><em>. S\u00f3 h\u00e1 alguns anos \u00e9 que os fen\u00f4menos foram observados seriamente[<a href=\"#nota-3\" data-type=\"internal\" data-id=\"#nota-3\">3<\/a>]. Na verdade o Espiritismo \u00e9 uma ci\u00eancia nova, que se implanta pouco a pouco no esp\u00edrito das massas, esperando ocupar uma posi\u00e7\u00e3o oficial.<br>Em princ\u00edpio esta ci\u00eancia pareceu muito simples. Para as criaturas superficiais n\u00e3o passava da arte de mover as mesas. Uma observa\u00e7\u00e3o mais atenta, entretanto, revelou que era, por suas ramifica\u00e7\u00f5es e por suas consequ\u00eancias, muito mais complexa do que se imaginava. As mesas girantes s\u00e3o como a ma\u00e7\u00e3 de Newton, que na sua <em>queda encerra o sistema do mundo<\/em><\/em>.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Kardec aponta que, para cada nova descoberta, m\u00faltiplas hip\u00f3teses surgem, n\u00e3o necessariamente erradas, pois cada um v\u00ea segundo suas concep\u00e7\u00f5es e seus conhecimentos e racioc\u00ednio. A unidade somente pode surgir, numa ci\u00eancia, quando ela avan\u00e7a atrav\u00e9s do m\u00e9todo cient\u00edfico: se uma hip\u00f3tese se demonstrar incorreta, pela evid\u00eancia, ela deve ser abandonada em favor da verdade<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><em>De que lado est\u00e1 a verdade?<\/em><\/p><p><em>\u00c9 o que cabe <\/em><strong><em>ao futuro<\/em><\/strong>[<a href=\"#nota-4\" data-type=\"internal\" data-id=\"#nota-4\">4<\/a>]<em> demonstrar. Mas a tend\u00eancia geral n\u00e3o poderia oscilar. Evidentemente, um princ\u00edpio domina e re\u00fane pouco a pouco os sistemas prematuros. Uma observa\u00e7\u00e3o menos exclusiva unir\u00e1 todos a uma origem comum e <\/em><strong><em>em breve veremos que em definitivo a diverg\u00eancia ser\u00e1 mais acess\u00f3ria que fundamental<\/em><\/strong><em>.<\/em><\/p><p><em>As v\u00e1rias teorias esp\u00edritas t\u00eam, pois, duas fontes: umas nasceram do c\u00e9rebro humano; outras foram dadas pelos Esp\u00edritos. As primeiras emanam de homens que, confiando demasiado nas pr\u00f3prias luzes, creem possuir a chave daquilo que buscam, quando o mais das vezes apenas encontraram uma gazua [<\/em>chave falsa<em>]. Isto nada tem de surpreendente, mas que, entre os Esp\u00edritos, uns dissessem uma coisa e outros dissessem outra, era menos conceb\u00edvel. No entanto, agora isto \u00e9 perfeitamente explic\u00e1vel.<\/em><\/p><p><em>A princ\u00edpio, fez-se uma ideia absolutamente falsa da natureza dos Esp\u00edritos. Eles foram imaginados como seres \u00e0 parte, de natureza excepcional, nada possuindo em comum com a mat\u00e9ria e devendo saber tudo. [&#8230;] \u00c0 not\u00edcia das recentes manifesta\u00e7\u00f5es, a primeira ideia que em geral veio \u00e0 mente da maior parte das criaturas foi de que isto era um meio de penetrar todas as coisas ocultas; um novo modo de adivinha\u00e7\u00e3o menos sujeito \u00e0 d\u00favida que os processos vulgares.<\/em><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Lembrando que Kardec analisou com profundidade e aten\u00e7\u00e3o todas as manifesta\u00e7\u00f5es e comunica\u00e7\u00f5es com as quais teve contato, de onde obteve a Escala Esp\u00edrita, da qual <strong>um simples estudo que a muitos poderia salvar das dificuldades nas quais se metem<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Baseado no estudo feito com muita racionalidade e bom-senso a respeito das comunica\u00e7\u00f5es dos diferentes Esp\u00edritos, Kardec continua o <strong>longo<\/strong> artigo dando exemplos simples de como se expressam os Esp\u00edritos das diferentes ordens e classifica\u00e7\u00f5es. Toda a contradi\u00e7\u00e3o nasce da inobserv\u00e2ncia desse ponto fundamental, al\u00e9m da insist\u00eancia em se obter respostas que n\u00e3o podem ser dadas, a cujas perguntas respondem os Esp\u00edritos inferiores, sem escr\u00fapulos quaisquer. <\/p>\n\n\n\n<p>Kardec d\u00e1 o exemplo da possibilidade de \u201cum dia\u201d o homem chegar \u00e0 Lua e, l\u00e1 encontrar seus habitantes: como poderiam esses conhecerem a humanidade atrav\u00e9s do relato de alguns poucos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As causas das contradi\u00e7\u00f5es da linguagem dos Esp\u00edritos podem, pois, ser assim resumidas:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1\u00ba. \u2500 O grau de ignor\u00e2ncia ou de saber dos Esp\u00edritos aos quais nos dirigimos;<\/p>\n\n\n\n<p>2\u00ba. \u2500 O embuste dos Esp\u00edritos inferiores que podem, por mal\u00edcia, ignor\u00e2ncia ou malevol\u00eancia, tomando um nome de empr\u00e9stimo, dizer coisas contr\u00e1rias \u00e0s que alhures foram ditas pelo Esp\u00edrito cujo nome usurparam;<\/p>\n\n\n\n<p>3\u00ba. \u2500 As falhas pessoais do m\u00e9dium, que podem influir sobre as comunica\u00e7\u00f5es e alterar ou deformar o pensamento do Esp\u00edrito;<\/p>\n\n\n\n<p>4\u00ba. \u2500 A insist\u00eancia por obter uma resposta que um Esp\u00edrito se recusa a dar, e que \u00e9 dada por um Esp\u00edrito inferior;<\/p>\n\n\n\n<p>5\u00ba. \u2500 A pr\u00f3pria vontade do Esp\u00edrito, que fala conforme o momento, o lugar e as pessoas e pode julgar conveniente nem tudo dizer a toda gente;<\/p>\n\n\n\n<p>6\u00ba. \u2500 A insufici\u00eancia da linguagem humana para exprimir as coisas do mundo incorp\u00f3reo;<\/p>\n\n\n\n<p>7\u00ba. \u2500 A interpreta\u00e7\u00e3o que cada um pode dar a uma palavra ou a uma explica\u00e7\u00e3o, de acordo com as suas ideias, os seus preconceitos ou o ponto de vista sob o qual encara o assunto.<\/p>\n\n\n\n<p><em>S\u00e3o muitas as dificuldades, das quais n\u00e3o se triunfa sen\u00e3o por um estudo longo e ass\u00edduo. <\/em><strong><em>Tamb\u00e9m nunca dissemos que a Ci\u00eancia esp\u00edrita \u00e9 f\u00e1cil<\/em><\/strong><em>. O observador s\u00e9rio, que tudo aprofunda maduramente, com paci\u00eancia e perseveran\u00e7a, apreende uma por\u00e7\u00e3o de nuan\u00e7as delicadas que escapam ao observador superficial. \u00c9 por tais detalhes \u00edntimos que ele se inicia nos segredos desta ci\u00eancia. A experi\u00eancia ensina a conhecer os Esp\u00edritos, como nos ensina a conhecer os homens.<\/em><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p id=\"nota-1\" style=\"font-size:12px\">1 &#8211; Desde 1832, na Universidade Sorbonne, Paris, a escola do espiritualismo racional se estabeleceu como filosofia oficial, estruturando as ci\u00eancias humanas, que na Fran\u00e7a chamam de ci\u00eancias morais. Morais porque o objeto de seu estudo s\u00e3o os fatos derivados da a\u00e7\u00e3o humana; ci\u00eancias como historia, direito, filosofia, letras, entre outras. Diferindo das ci\u00eancias naturais, que se dedicam aos fen\u00f4menos da natureza.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:12px\">Entre as ci\u00eancias morais, havia o grupo das ci\u00eancias filos\u00f3ficas, com a proposta de compreender o ser humano, por meio das seguintes disciplinas, divididas em duas classes: psicol\u00f3gicas (psicologia, l\u00f3gica, moral, est\u00e9tica) e metaf\u00edsicas (teodiceia, psicologia racional, cosmolog\u00eda racional). (FIGUEIREDO, 2019)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"nota-2\" style=\"font-size:12px\">2 &#8211; O mesmo que acontece hoje em dia. Apenas pelo m\u00e9todo cient\u00edfico honesto essas contradi\u00e7\u00f5es, que se instalaram largamente no movimento esp\u00edrita, poder\u00e3o ser dissipadas<\/p>\n\n\n\n<p id=\"nota-3\" style=\"font-size:12px\">3 &#8211; <em>A confian\u00e7a dos pesquisadores do s\u00e9culo XIX no poder da ci\u00eancia para descrever a realidade propiciou a investiga\u00e7\u00e3o, por interm\u00e9dio da observa\u00e7\u00e3o dos fen\u00f4menos medi\u00fanicos, do <strong>espiritualismo moderno<\/strong> (o estudo das obras de Paulo Henrique de Figueiredo complementam largamente esse tema). Muitos estudiosos e livres- pensadores, com base na observa\u00e7\u00e3o das mesas girantes, dan\u00e7antes e falantes passaram a considerar a possibilidade de investigar cientificamente a sobreviv\u00eancia post-mortem do ser humano<\/em> (PIMENTEL, 2014 &#8211; <a href=\"https:\/\/repositorio.ufjf.br\/jspui\/bitstream\/ufjf\/513\/1\/marcelogulaopimentel.pdf\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/repositorio.ufjf.br\/jspui\/bitstream\/ufjf\/513\/1\/marcelogulaopimentel.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">clique para ler<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:12px\">Kardec tem o primeiro contato com o Espiritismo em <strong>1854<\/strong>, quando um amigo seu, o <strong>magnetizador<\/strong> Auguste Fortier relata que o \u201cfluido magn\u00e9tico\u201d, empregado por um magnetizador, agora estava fazendo as mesas se moverem. Kardec recebe a not\u00edcia com desinteresse, j\u00e1 que supunha que o fluido magn\u00e9tico ou el\u00e9trico poderia explicar o fen\u00f4meno.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:12px\">Meses depois, o Sr. Fortier buscava-o novamente, para, desta vez, dizer que as mesas n\u00e3o apenas se moviam, <em>mas respondiam de forma inteligente \u00e0s perguntas dos <\/em><em>assistentes<\/em>. Kardec, c\u00e9tico, ainda via nisso um \u201cconto para fazer-nos dormir em p\u00e9\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:12px\">Cerca de um ano depois, em 1855, outro amigo, Sr. Carlotti, fala pela primeira vez da interven\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos nas sess\u00f5es. O depoimento entusiasmado desse amigo <strong>aumentou<\/strong> a desconfian\u00e7a de Kardec. Foi depois de algum tempo, no mesmo ano, que o Sr. P\u00e2tier, homem instru\u00eddo, grave, calma e friamente convenceu Rivail a assistir uma sess\u00e3o medi\u00fanica. <\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:12px\"><em>\u201cUtilizando de sua vasta erudi\u00e7\u00e3o, como professor, escritor e membro de diversas sociedades cient\u00edficas, ele realizou uma ampla abordagem da causa dos fen\u00f4menos ps\u00edquicos surgidos a partir das mesas girantes. Kardec prop\u00f4s uma abordagem emp\u00edrica e racional para o assunto, at\u00e9 ent\u00e3o, <strong>considerado metaf\u00edsico<\/strong>, na qual foram produzidas v\u00e1rias discuss\u00f5es pertinentes sobre aspectos epistemol\u00f3gicos e metodol\u00f3gicos de explora\u00e7\u00e3o dos fen\u00f4menos medi\u00fanicos\u201d<\/em> (Ibidem)<\/p>\n\n\n\n<p id=\"nota-4\" style=\"font-size:12px\">4. Vejamos a humildade de Kardec, que <strong>nunca<\/strong> disse: &#8220;a verdade est\u00e1 comigo&#8221;.<\/p>\n<div class=\"fb-background-color\">\n\t\t\t  <div \n\t\t\t  \tclass = \"fb-comments\" \n\t\t\t  \tdata-href = \"https:\/\/www.geolegadodeallankardec.com.br\/en\/artigos\/estudos-da-revista-espirita\/contradicoes-na-linguagem-dos-espiritos\/\"\n\t\t\t  \tdata-numposts = \"10\"\n\t\t\t  \tdata-lazy = \"true\"\n\t\t\t\tdata-colorscheme = \"light\"\n\t\t\t\tdata-order-by = \"social\"\n\t\t\t\tdata-mobile=true>\n\t\t\t  <\/div><\/div>\n\t\t  <style>\n\t\t    .fb-background-color {\n\t\t\t\tbackground: #ffffff !important;\n\t\t\t}\n\t\t\t.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {\n\t\t\t    width: 100% !important;\n\t\t\t}\n\t\t  <\/style>\n\t\t  ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esse artigo tece um complemento importante ao artigo &#8220;Esp\u00edritos impostores &#8211; O falso padre Ambr\u00f3sio&#8221;, de Julho de 1858, o qual nos serviu de base para o artigo chamado &#8220;O papel do pesquisador e do m\u00e9dium nas comunica\u00e7\u00f5es com os Esp\u00edritos&#8220;. 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